Campos do Jordão e Comgás firmam protocolo para gás encanado

O prefeito de Campos do Jordão Fred Guidoni (PSDB) assinou na tarde desta quinta-feira (3), um protocolo de intenções com a Comgás (Companhia de Gás de São Paulo) para abastecimento de gás natural canalizado na cidade. A assinatura foi na Câmara dos Vereadores e contou com a presença do diretor de assuntos regulatórios e institucionais da Comgás, Eduardo Brescia.

Escrito por: Beatriz Scotti2 min de leitura
fundo_placeholder-023136
140403comgascampos_divulgacao2

Assinatura de protocolo de intenção em Campos do Jordão

Roosevel Cássio/Comgás/Divulgação

O prefeito de Campos do Jordão Fred Guidoni (PSDB) assinou na tarde desta quinta-feira (3), um protocolo de intenções com a Comgás (Companhia de Gás de São Paulo) para abastecimento de gás natural canalizado na cidade. A assinatura foi na Câmara dos Vereadores e contou com a presença do diretor de assuntos regulatórios e institucionais da Comgás, Eduardo Brescia.

“Nós já demos o primeiro passo que foi protocolar nosso projeto na Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo), eles demoram de 30 a 60 dias para aprovar o projeto, depois temos que conseguir as licenças ambientais. Feito isso, de obra são de dois a três meses e está pronta a estrutura de gás na cidade. A nossa intenção é que até o primeiro trimestre de 2015 já tenhamos moradores utilizando gás encanado”, afirma Brescia.

O projeto de construção da rede, ramais e equipamentos devem custar aproximadamente R$ 12 milhões para a companhia, que vai custear todo o projeto incluindo a instalação do sistema nas residências. Os moradores precisam pagar apenas os aquecedores, valor que é parcelado em 36 vezes direto na conta de gás.

Guidoni explica que o fornecimento vai ser dividido em duas etapas, em um primeiro momento, a cidade vai receber um reservatório que será abastecido de duas a três vezes na semana por caminhões. Na segunda fase, a tubulação vai ser ligada ao fornecimento de Taubaté, com tubos que devem subir a serra seguindo o traçado da estrada de ferro. “Muitos acharam que seria um volume absurdo para poder atender a cidade, mas não. O Brescia diz que são apenas alguns caminhões por semana, para implantar um projeto muito mais seguro e que vai trazer economia para os moradores”.

Publicado em: