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A nova geração de crianças nascidas a partir de 2010 são, de fato, mais inteligentes e consequentemente mais evoluídas.
Já passamos pelas gerações: X, Y e Z. Agora, é a vez da Alpha e a maior diferença dela com as outras gerações é a interação com a tecnologia desde muito cedo (berço).
Por nascerem e viverem na diversidade, mais originais, independentes e prontos para desenvolver habilidades esta geração estará.
Habilidades e aptidões que são "só deles" e de mais ninguém.
E, junto com essa enorme mudança, vem a necessidade de uma revolução na educação, tanto nas escolas quanto nas atitudes dos pais, pois temos pela frente um futuro difícil de decifrar: tecnologia galopante X relações interpessoais fragilizadas (modernidade totalmente informatizada, facilitadora em inúmeros aspectos, mas prejudicial ao convívio, ao diálogo com pessoas conectadas "full time").
Na educação, o foco que antes era o professor (centro das atenções), agora é o aluno.
Este decide o quê e como ensinar, como também avalia a aprendizagem (Pedagogia).

Passamos depois pela "andragogia", onde o professor determina o quê, mas o aluno determina como aprender.
Finalmente, temos a "heutagogia", que propõe um processo educacional no qual o aluno é o único responsável pela aprendizagem, pela sua Educação.
O professor orienta, instrui, direciona a partir dos interesses dos alunos, respeitando sua bagagem de vida, sua habilidades e interesses.
Mantêm-se paralelo ao mesmo e o mais enriquecedor: os dois apreendem (interiorizam os novos conhecimentos e, comprovamos isso com a mudança de comportamento, consolidando e aprimorando sua formação e o desenvolvimento global de suas potencialidades).
Um "mentor" de mentes jovens, com perfis diferentes e linguagens muito semelhantes; mas, que valorizarão a diversidade, a espontaneidade e a experimentação.