Roger espera ter Marcos Rocha e faz mistério sobre Borja titular na final
O técnico Roger Machado, do Palmeiras, não revelou a escalação do time na coletiva desta sexta-feira, após o último treino antes da partida de ida da final do Paulistão contra o Corinthians, neste sábado, na casa do rival. Mas o treinador adiantou que espera ter o lateral-direito Marcos Rocha à disposição. O jogador se recupera um desgaste…

O técnico Roger Machado, do Palmeiras, não revelou a escalação do time na coletiva desta sexta-feira, após o último treino antes da partida de ida da final do Paulistão contra o Corinthians, neste sábado, na casa do rival. Mas o treinador adiantou que espera ter o lateral-direito Marcos Rocha à disposição.
O jogador se recupera um desgaste muscular que o tirou da volta da semifinal contra o Santos e ainda é dúvida para o clássico. “Ele ainda faz trabalhos à parte e uma pequena parte conosco (nos treinos). Vamos ter de ver no sábado ainda a utilização dele no clássico. Espero poder contar com ele”, disse Roger.
Roger ainda comentou sobre a possibilidade de escalar Borja, de volta depois de servir a seleção colombiana, como titular diante da equipe alvinegra. Ele fez mistério.
“Pode ser que sim, poder ser que não. Obviamente que a escalação a gente tem definida, mas para fazer manutenção do mistério e da estratégia vamos confirmar só no sábado. Pode ser com Willian, Keno, retorno do Miguel. Primeiro jogo de dois jogos da decisão, pode ser com estratégia diferente.”
O treinador falou que a entrega dos jogadores para o duelo contra os corintianos estará em “110%” e descartou um possível corpo mole no primeiro dérbi do ano, na primeira fase do Paulista, em que o Palmeiras foi derrotado por 2 a 0.
“Nossa avaliação interna passa muito mais pela estratégia do adversário e a nossa, que não funcionou naquele jogo”, disse Roger. “É inevitável que, em uma decisão, a entrega seja de 110%. Não se disputa uma final com esse clássico desde 1999, a rivalidade já motiva a todos os envolvidos.”
Roger minimizou o retrospecto recente do Palmeiras diante do rival deste sábado – o time não consegue vencer o Corinthians há quatro partidas. “Nos últimos dois anos, está a favor do nosso adversário. Se pegar os últimos dez anos, está igual. Se pegar historicamente, a gente está na frente. Depende dos elementos que se quer analisar.”
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