Por Rodrigo Ribeiro Em Regional

Corrida de rua vira programa de família em Pindamonhangaba

20140612_corrida de rua_Pinda_(Divulgação/Etep)

A corrida uniu ainda mais a educadora física, Maria Luciana e a filha Raíssa, de 11 anos

Divulgação/Etep

Além dos ganhos físicos, a prática esportiva pode aproximar familiares e melhorar a relação entre eles. Em Pindamonhangaba, por exemplo, a corrida de rua aproximou a educadora física, Maria de Siqueira, de sua filha Raíssa e do marido Robson.

Há cinco anos, Maria começou a correr em busca de emagrecimento e além dos 12 quilos eliminados, ganhou uma nova profissão. “Encontrei uma grande sensação de bem estar com a corrida, tanto que a partir disto fui fazer educação física", diz.

"Vendo a mãe participar, minha filha e marido também quiseram participar e tomaram gosto pela corrida. Posso dizer que é muito gostoso fazer algo e ter a família próxima. A gente não tem aquela sensação de que deixou algo para trás”, conta Maria.

Hoje, aos 11 anos, a filha de Maria já foi vice-campeã do Circuito de Pindamonhangaba na categoria mirim, disputando apenas três etapas. “Eu gosto muito de correr e também para ficar perto da minha mãe e do meu pai. Penso em continuar para ganhar muitos troféus”, diz Raíssa.

O que também tem acontecido é quando os filhos acabam levando os pais para a corrida. Segundo a organização dos circuitos de rua de Pindamonhangaba e Taubaté, a cada 10 crianças inscritas, cinco levam familiares para participar. Foi o que aconteceu com a funcionária pública Marcela Belmonte de 29 anos.

De tanto acompanhar o filho, Victor, de 14 anos, nos treinos e competições, a mãe começou a correr e viu sua relação com o filho melhorar muito. “A corrida nos aproximou muito e agora nossa programação de fim de semana é junto. Como temos isso em comum, a nossa relação melhorou, existe mais diálogo e fica mais fácil entendê-lo”, afirma.

“A corrida alcança uma convivência social que é mais importante do que parece. É um momento de confraternização que, com a tecnologia, está cada vez mais difícil, hoje em dia. As famílias se aproximam e a atividade fica mais prazerosa”, diz Emerson Iserbem, diretor de uma empresa de assessoria esportiva.

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