Por Maria Clara Aparecida e Talita Vitória Morais | EE Nilce Lima Em Alunos Atualizada em 25 SET 2020 - 16H57

Meon Jovem entrevista jogador de basquete do São Paulo

Destaque do basquete de Jacareí, Calebe Luiz, hoje com 16 anos, defende as cores do São Paulo


Natural de São José dos Campos, Calebe Luiz da Silva Gonçalves começou a treinar basquete aos 10 anos de idade. O jovem conta que encontrou no basquete a solução para um problema de saúde e a paixão pelo jogo só foi aumentando porque sua avó, grande incentivadora, sempre o acompanhava nos treinos na Associação de Basquetebol de Jacareí.

Destaque nos jogos sempre com grandes atuações, logo foi observado por outros clubes e aos 14 anos foi convidado para treinar sub-16 do São Paulo. Calebe conta que não pensou duas vezes. Contratado em 2018, atua como armador no São Paulo, seu clube atual.

Nesta nova jornada, as viagens de Jacareí a São Paulo eram diárias. Calebe conta que não estava sozinho, já que seu amigo de basquete, João, foi convidado também pelo São Paulo. No início deste ano o clube ofereceu alojamento para os jogadores e, desde então, não precisam mais se deslocar diariamente entre as cidades.

Acompanhe a seguir a entrevista concedida por Calebe Luiz ao Meon Jovem:

Meon Jovem: Conte um pouco de você?

Calebe: Sou Calebe Luiz Da Silva Gonçalves, nasci em São José dos Campos. Comecei a jogar basquete com 10 anos e, aos 14 anos, fui convidado a jogar pelo São Paulo.

Meon jovem: Qual é a sua posição no basquete? Você sempre foi armador?

Calebe: Eu comecei jogando de ala e depois fui para a posição de armador, minha posição atual.

Meon jovem: Como você concilia o esporte com a escola?

Calebe: É bem difícil! Muito difícil! Porque às vezes a gente chegava tarde e cansado, e ainda tinha que fazer as tarefas, muitas vezes tinha que fazer as atividades lá no treino mesmo. Estuda quando tem tempo e treina quando tem tempo.

Meon jovem: Como foi a sua rotina na cidade de São Paulo? Você foi morar lá ou continuou morando em Jacareí?

Calebe: Quando eu fui para treinar em São Paulo eu era bem novinho, então minha mãe não me deixou ir para morar. Viajava de ônibus diariamente, treinava e depois voltava de ônibus. No início desse ano, eles (o São Paulo) montaram um alojamento, e fizeram uma proposta para morar lá e eu aceitei. Agora está mais fácil.

Meon jovem: Qual foi a sua maior dificuldade no basquete?

Calebe: No começo foi me encaixar no grupo. Mas eu não parei, treinei muito. Sempre me empenhava muito para superar essa dificuldade.

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Com supervisão de Nicole Almeida, jornalista do Grupo Meon. 

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Maria Clara Aparecida e Talita Vitória Morais | EE Nilce Lima

Aluna do 9° ano do Ensino Fundamental II e do 2° ano do Ensino Médio da Escola Estadual Professora Nilce Conceição de Lima, em São José dos Campos

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