Abalado, Botafogo tenta série inédita no Brasileiro para evitar queda
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Botafogo terá de enfrentar alguns desafios nesta reta final de Campeonato Brasileiro. Além da matemática, que aponta o clube alvinegro com um pé na Série B, os testes feitos pelo técnico Eduardo Barroca não têm surtido efeito e, em meio à crise, o treinador indica uma equipe abalada…

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Botafogo terá de enfrentar alguns desafios nesta reta final de Campeonato Brasileiro. Além da matemática, que aponta o clube alvinegro com um pé na Série B, os testes feitos pelo técnico Eduardo Barroca não têm surtido efeito e, em meio à crise, o treinador indica uma equipe abalada emocionalmente.
Segundo as projeções, para se livrar da degola, o Botafogo tem de chegar a 44 pontos. Com 23 atualmente, precisa conseguir mais 21, o que representa 100% de aproveitamento nas próximas sete rodadas. Isso para um time que, ao longo de toda a competição, venceu apenas quatro vezes. Os 11 empates complementam a pontuação.
Além disso, Barroca vem buscando soluções dentro do elenco para obter respostas positivas, mas os testes e mudanças, até aqui, não tiveram o efeito desejado em campo. O treinador já fez alterações no esquema tático e no estilo de jogo passando a colocar Pedro Raul e Matheus Babi juntos no ataque, por exemplo, mas os triunfos não aconteceram e a situação se agrava a cada rodada.
Após a derrota para o Atlético-GO nesta quarta-feira (20), de virada, o comandante alvinegro não escondeu que a parte emocional do elenco tem pesado. Bruno Nazário e Pedro Raul, desolados no banco de reserva, logo após serem substituídos, externaram um pouco isso antes mesmo do apito final.
Agora, o elenco tenta reunir forças e virar a chave para conseguir um êxito improvável nesta sequência final de jogos. O próximo compromisso será o clássico com o Fluminense, em São Januário. Depois, Palmeiras, no Allianz, Sport e Grêmio, no Nilton Santos, Goiás, fora, São Paulo, em casa, e Ceará, fora.
“Não existe um único sinal que a gente precisa focar para sair desse cenário, são diversos cenários que estão contra a gente. O principal, sem sombra de dúvida, é o lado mental. Você sai na frente de um jogo equilibrado e logo depois sofre um gol. Evidente que a gente se desequilibra mentalmente com a necessidade que temos do resultado. E o Atlético-GO, com mérito, aproveitou essa situação. Cabe, agora, nos recuperarmos para o próximo jogo”, disse o treinador.
Posts Relacionados

Instituto Athlon representa São José em Mundial na Holanda

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai
