Aláfia no Estúdio Showlivre – Apresentação na íntegra
Aláfia é o destaque do Estúdio Showlivre (www.showlivre.com) ao vivo no dia 25 de fevereiro de 2014. #Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/showlivre #Siga-nos no Twitter: https://twitter.com/showlivre #Veja e curta as nossas fotos no Instagram: http://instagram.com/showlivre #E tem muito + do Aláfia no showlivre.com: http://bit.ly/1miRq9I +Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/ Perfil: Tudo começou em 2011, quando o bando Aláfia esquentava afinidades em uma temporada de shows no Bar B, no centro de São Paulo. A fala da rua, o frescor dos encontros e o contato profundo com a ancestralidade afro-brasileira então se mostraram aspectos fundamentais para a criação do grupo. Urbana, Aláfia está nas quebradas, Augusta ou Vila Madalena, nas quermesses, saraus, terreiros e salões. Atento à luta, o bando pertence à cidade em transe, Aláfia está em punga. Formado por Eduardo Brechó (voz e guitarra), Jairo Pereira (voz), Xênia França (voz), Lucas Cirillo (gaita, backing vocals), Alysson Bruno (percussão), Pipo Pegoraro (guitarra, backing vocals), Felipe Gomes (bateria), Gil Duarte (trombone e flauta), Fernando TRZ (teclados), Aláfia é música de roda e convida Lews Barbosa, Lurdez da Luz, Raphão Allafin, Luciana Oliveira, Rafa Barreto, Akins Kintê, Quarteto Alma Negra e Karla da Silva para celebrarem em disco. Como sugere a capa, Aláfia é disco pop. Como pipoca, Aláfia é explosão, oferenda e ritual. Da batucada ao baile funk, é disco para ouvir em alto volume, com o encarte na mão, absorvendo a lírica sofisticada desta literatura de aliterações. Ao registrar o encontro em disco, Aláfia (2013) soma à imensa massa sonora do bando a estética do sample, incorporando elementos que vão da palma ao clap, do disco de 78 rpm ao Rap, do quarteto de cordas à programação eletrônica, da rima improvisada ao Oriki iorubá. (Biancamaria Binazzi – pesquisadora e radialista)

Aláfia é o destaque do Estúdio Showlivre (www.showlivre.com) ao vivo no dia 25 de fevereiro de 2014.
#Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/showlivre
#Siga-nos no Twitter: https://twitter.com/showlivre
#Veja e curta as nossas fotos no Instagram: http://instagram.com/showlivre
#E tem muito + do Aláfia no showlivre.com: http://bit.ly/1miRq9I
+Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/
Perfil:
Tudo começou em 2011, quando o bando Aláfia esquentava afinidades em uma temporada de shows no Bar B, no centro de São Paulo. A fala da rua, o frescor dos encontros e o contato profundo com a ancestralidade afro-brasileira então se mostraram aspectos fundamentais para a criação do grupo. Urbana, Aláfia está nas quebradas, Augusta ou Vila Madalena, nas quermesses, saraus, terreiros e salões. Atento à luta, o bando pertence à cidade em transe, Aláfia está em punga.
Formado por Eduardo Brechó (voz e guitarra), Jairo Pereira (voz), Xênia França (voz), Lucas Cirillo (gaita, backing vocals), Alysson Bruno (percussão), Pipo Pegoraro (guitarra, backing vocals), Felipe Gomes (bateria), Gil Duarte (trombone e flauta), Fernando TRZ (teclados), Aláfia é música de roda e convida Lews Barbosa, Lurdez da Luz, Raphão Allafin, Luciana Oliveira, Rafa Barreto, Akins Kintê, Quarteto Alma Negra e Karla da Silva para celebrarem em disco.
Como sugere a capa, Aláfia é disco pop. Como pipoca, Aláfia é explosão, oferenda e ritual. Da batucada ao baile funk, é disco para ouvir em alto volume, com o encarte na mão, absorvendo a lírica sofisticada desta literatura de aliterações. Ao registrar o encontro em disco, Aláfia (2013) soma à imensa massa sonora do bando a estética do sample, incorporando elementos que vão da palma ao clap, do disco de 78 rpm ao Rap, do quarteto de cordas à programação eletrônica, da rima improvisada ao Oriki iorubá.
(Biancamaria Binazzi – pesquisadora e radialista)
Posts Relacionados

Instituto Athlon representa São José em Mundial na Holanda

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai
