Alckmin pede unidade do partido para poder mudar o Brasil
Governador de São Paulo vai a Recife e ressalta importância do apoio do PSB para candidatura ao Planalto em 2018


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)
Marcus Alvarenga/Meon
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou na manhã deste domingo, 19, que não precisa ser presidente do partido, mas que a sigla deve alcançar a unidade para poder mudar o Brasil. Nas últimas semanas, a possibilidade de o governador assumir a presidência da sigla foi cogitada por tucanos importantes, como o ex-senador José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Em visita a Recife, Alckmin falou como candidato ao Planalto em 2018. O paulista disse que gostaria de ter o apoio do PSB, partido que comanda Pernambuco há 11 anos, e afirmou, diante de lideranças tucanas locais, que o Nordeste estará no centro, no coração de seu projeto para o País.
Cicerioniado pelo deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE), que deixou o Ministério das Cidades no início deste mês, Alckmin vai se encontrar com a viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, em busca de apoio para uma eventual aliança com o PSB. O atual governador pernambucano, Paulo Câmara, foi secretário de Eduardo Campos e eleito com o apoio de Renata e da família.
Aos jornalistas, Alckmin disse se tratar apenas de uma visita cordial. Aliados do paulista, no entanto, veem a oportunidade de o encontro abrir uma rodada de negociações para as eleições de 2018. O vice-governador de São Paulo, Márcio França, também é filiado ao PSB.
“Claro que nós queremos ter uma aliança com o PSB. Mas isso não depende só de nós”, disse Alckmin. “Os partidos que não tiverem candidatos e quiserem compor uma aliança, discutir um bom projeto para o Brasil, são bem-vindos.”
Posts Relacionados

Senado inicia análise do fim da escala 6×1 com articulação para votação em dois turnos nesta quarta-feira

Homem viaja mais de 2 mil km para encontrar mulher e descobre que ela era inteligência artificial

Governo propõe perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas de MEIs; veja quem pode ser beneficiado
