Ana, Gabriela e muitas elas

O uso de assistentes virtuais durante o período da pandemia

Escrito por: Laysla Giovana Santos Neri2 min de leitura
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As assistentes virtuais vêm se aprimorando e cada vez mais ganhando espaço entre os consumidores, facilitando o dia a dia. Embora muita gente já esteja familiarizado com as vozes de Alexa e de Siri, respectivamente as assistentes do Google e da Amazon, cada vez mais assistentes virtuais estão em nossas tarefas diárias e inclusive postos de trabalho com essa ocupação são uma tendência.

Segundo a reportagem de Marta Cavallini, do Portal G1, as oportunidades do mercado de trabalho remoto que se abriram a partir da pandemia foram: gerente de marketing & mídia social, escritor freelancer, atendimento ao cliente, tutor EAD e Assistente Virtual.

Como o contexto de nossa matéria é o da pandemia do Coronavírus, que é uma crise sanitária, a área da saúde e a telemedicina sofreram grande impacto. Um exemplo é o da Assistente Virtual Ana, criada no mês de Junho de 2020 pelo IGES-DF (Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal).

Ana auxilia os usuários através do WhatsApp fornecendo informações sobre a Covid-19, por exemplo: como a infecção ocorre, quais são os principais sintomas, como se prevenir; sendo o maior interesse dos usuários o acesso a autoavaliação sobre seu estado de saúde; conforme o resultado deste procedimento, o usuário é orientado pela Assistente Virtual a se dirigir à uma Unidade Básica de Saúde ou a um Drive-Thru de testagem rápida.

No caso das pessoas que possuem diagnóstico confirmado da doença, outra Assistente Virtual realiza apoio, a Gabriela. O trabalho dela consiste em realizar perguntas diárias durante o período de isolamento domiciliar para saber sobre a evolução ou não de sintomas, pelo período de 14 dias.

Para a criação da Assistente Virtual, uma equipe interdisciplinar trabalhou no projeto, sendo constituída por médicos, acadêmicos e profissionais da área de tecnologia. O principal intuito é o de fornecer apoio à população e evitar a superlotação das Unidades de Saúde.

Com supervisão de Giovana Colela, jornalista do Meon Jovem.

Laysla Giovana Santos Neri
Laysla Giovana Santos Neri

3º ano do Ensino Médio - Escola Estadual Elmano Ferreira Veloso - São José dos Campos.

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