Apesar da derrota na estreia, goleiro do Equador confia na recuperação
A estreia do Equador na Copa do Mundo da Fifa 2014 foi cruel, mas os jogadores da equipe de Reinaldo Rueda aprenderam uma lição valiosa para os dois próximos encontros do Grupo E. Afinal, a ilusão da vitória pode ter custado muito alto, mas contra Honduras e França os equatorianos precisam vencer.


Alexander Domínguez fala em ‘injustiça’ no resultado da estreia do Equador na Copa
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A estreia do Equador na Copa do Mundo da Fifa 2014 foi cruel, mas os jogadores da equipe de Reinaldo Rueda aprenderam uma lição valiosa para os dois próximos encontros do Grupo E. Afinal, a ilusão da vitória pode ter custado muito alto, mas contra Honduras e França os equatorianos precisam vencer.
Durante 46 minutos do encontro de estreia tudo correu às mil maravilhas para a seleção sul-americana no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. A equipe vencia a Suíça e jogava bem, mas em dois instantes, tudo mudou: no início do segundo tempo, veio o empate -um empate com o qual os equatorianos não se conformaram e desafiaram, partindo para o ataque. No fim, o castigo: já nos acréscimos, uma boa chance de vitória dos sul-americanos se transformou em contra-ataque fatal, concluído por Haris Seferovic.
“Muita, muita tristeza. Queríamos os três pontos, mas sofremos o segundo gol no último minuto e acho que é isso que justifica toda esta raiva e tristeza que sentimos. A ansiedade nos levou a buscar o triunfo depois do empate e a cometer erros. Foi um descuido. Os erros acontecem, claro, mas a raiva que temos foi por ser a um ou dois minutos do final”, diz o goleiro Alexander Domínguez para o site da Fifa.
Injusto
Durante grande parte do jogo o Equador foi mais ofensivo do que a Suíça, o que leva a questionar sobre a justiça do resultado final. “Julgo que sim, que foi injusto. Mas a justiça, no futebol, não é mais que uma palavra. O que conta são os gols e, lamentavelmente, aí a Suíça foi melhor. Cometemos dois erros, eles aproveitaram e pronto”, admitiu Dominguez.
Mas o passado fica no passado e, agora, é tempo de pensar nos desafios que estão pela frente, aprender com os erros e encarar Honduras e França. “Temos de continuar a confiar no grupo que temos e no Homem lá de cima. Na vida, nada está escrito e tudo é possível. Estamos aqui, para lutar e não vamos desistir”, garantiu Domínguez.
A verdade é que uma derrota na estreia de um torneio tão curto é preocupante. Naquela ocasião, a ousadia custou caro, mas agora o Equador vai ter mesmo de partir para cima dos adversários.
(*com informações do site da Fifa)
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