Após 72h, greve é encerrada com acordo entre Johnson e sindicato
Proposta garante a não aplicação da Reforma Trabalhista em São José


Trabalhadores do 2º turno aprovaram acordo entre empresa e sindicato
Divulgação/Sindicato dos Químicos
Os trabalhadores da Johnson & Johnson, que seguiam em greve desde segunda-feira (4), por reivindicação de um aumento real de salário, abono e a não aplicação da reforma trabalhista e da terceirização irrestrita, encerraram a paralisação na tarde desta quinta feira (7), após um acordo entre o Sindicato dos Químicos e a empresa.
De acordo com o sindicato, foi garantido aos funcionários da unidade de São José dos Campos que “não será aplicada a Reforma Trabalhista e da Terceirização Irrestrita; a renovação das cláusulas sociais; o valor da refeição por R$ 0,50 (50 centavos); redução de 20% no valor do transporte; estabilidade de emprego de 60 dias; antecipação da 1º parcela da PLR de 2108 no valor de R$ 3 mil para janeiro; e o pagamento de dois dos três dias de greve; o terceiro será compensado”.
“Esta greve mostra a força da mobilização dos trabalhadores e que a empresa tem que valorizar e muito cada companheiro que produz o lucro desta empresa. Os trabalhadores químicos de todos os turnos estão de parabéns pela união do começo até esta conquista”, comenta o dirigente Sindical Wellington Cabral.
A Johnson & Johnson confirmou por meio de uma nota oficial o acordo firmado e a aprovação por parte dos funcionários do 2º turno, e que aguarda a aprovação por parte dos trabalhadores do 1º e 3º turno.
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