Por falta de laudos, Martins Pereira é interditado em São José
Depois da primeira partida oficial no estádio Martins Pereira, ocasião que o São José Esporte Clube perdeu por 4 a 2 para o Santo André, no último domingo (27), os torcedores joseenses podem não ver os atletas da Águia do Vale entrarem em campo novamente dentro de casa.


Estádio Martins Pereira pode fechar os portões novamente
Flávio Pereira/Meon
Depois da primeira partida oficial no estádio Martins Pereira, quando o São José Esporte Clube perdeu por 4 a 2 para o Santo André, no último domingo (27), os torcedores joseenses não vão ver os atletas da Águia do Vale entrarem em campo novamente dentro de casa, pelo menos no próximo domingo.
A falta de laudos oficiais para os próximos jogos impede a equipe do Vale do Paraíba a voltar a jogar dentro de casa. A Urbam (Urbanizadora Municipal), administradora do estádio, informou que existe apenas um laudo provisório e que ainda aguarda uma nova avaliação do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar.
Com isso, o São José Esporte Clube vai mandar o jogo diante do Juventus no próximo domingo (3), no estádio Francisco Ribeiro Nogueira, o Nogueirão, em Suzano. A informação já foi confirmada pela Federação Paulista de Futebol.
No último domingo, diversos problemas extracampo marcaram a reestreia do estádio. Além de brigas entre torcedores -que resultou no impedimento do ônibus com crianças de escolas públicas entrassem no local- , os árbitros da partida relataram na súmula a falta de chuveiro no vestiário da arbitragem.
Reforma
Após 10 meses interditado, o estádio Martins Pereira recebeu melhorias nas arquibancadas, o prédio de apoio, que está em uma área de 1,8 mil metros quadrados, tem três pisos de 600 metros quadrados, vestiários, espaço para arbitragem, academia e fisioterapia, sanitários e lanchonetes.
A nova área de imprensa está com um espaço de 1.260 metros quadrados, 10 cabines de imprensa, camarotes, elevador e cobertura metálica com 1.755 metros quadrados. Já o novo gramado, tem 12,5 mil metros quadrados e grama Beruma Tifway 419, que é certificada pela Fifa.
O custo total da obra foi de R$ 18 milhões, recursos que vieram de duas fontes: R$ 12.375 milhões financiados por meio do Programa Desenvolve São Paulo, além de uma doação de R$ 6 milhões pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte.
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