Atacante sueco descarta comparações com time de 1994: ‘Queremos o máximo’
O atacante Ola Toivonen disse que o objetivo da seleção sueca ir o mais longe possível na Copa do Mundo da Rússia. Por isso descartou qualquer comparação com o time de 1994, que garantiu o terceiro lugar no Mundial dos Estados Unidos. “O Mundial de 1994? Ficou para a história. Nós agora aqui queremos o máximo. Talvez a gente consiga fazer…

O atacante Ola Toivonen disse que o objetivo da seleção sueca ir o mais longe possível na Copa do Mundo da Rússia. Por isso descartou qualquer comparação com o time de 1994, que garantiu o terceiro lugar no Mundial dos Estados Unidos.
“O Mundial de 1994? Ficou para a história. Nós agora aqui queremos o máximo. Talvez a gente consiga fazer história também”, disse o jogador após a vitória por 1 a 0 sobre a Suíça nesta terça-feira, em São Petersburgo.
O resultado garantiu a Suécia nas quartas de final. Desde a Copa disputada há 24 anos que os suecos não iam tão longe na competição. Nos Estados Unidos, a Suécia encarou a seleção brasileira por duas vezes. Na fase de grupos, as equipes ficaram no empate por 1 a 1. E na semifinal, Romário, com um gol de cabeça, mandou os suecos para a disputa do terceiro lugar.
A seleção nórdica garantiu o bronze com uma goleada por 4 a 0 sobre a Bulgária. E o Brasil foi tetra ao vencer a Itália nos pênaltis. Agora, na Rússia, as equipes só têm a possibilidade de se enfrentar na final.
O atacante do Toulouse, da França, destacou também a força do grupo, que têm dificultado bastante para qualquer adversário. Na fase de grupos, venceu México (3 a 0) e Coreia do Sul (1 a 0). Perdeu para a Alemanha por 2 a 1, sofrendo o gol no último lance da partida.
Nas oitavas, a Suíça teve mais posse de bola, 64%, mas os Suecos foram mais objetivos e venceram por 1 a 0. “Somos uma equipe agressiva, criamos chances de gol. Não nos importa ter a posse de bola. Sabemos que as chances vão aparecer”, disse.
Toivoinen ainda falou sobre a ausência do craque Zlatan Ibrahimovic entre os convocados. Segundo ele, a não convocação do jogador teve um lado positivo. “Zlatan é Zlatan. Quando joga contra ele ou junto com ele, você sabe que alguma coisa vai acontecer. É positivo ter ele no grupo. Mas quando não tem uma grande estrela, tem que trabalhar melhor o coletivo. Nós não temos muita posse de bola, mas trabalhamos como equipe, confiamos mais uns nos outros”, finalizou.
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