Bares e Restaurantes

Bar Urca Neste reduto de culinária portuguesa, a mureta às margens da Baía de Guanabara se enche de gente que toma cerveja gelada e come petiscos bem preparados enquanto curte o pôr do sol. A casquinha de siri (de base comestível), o bolinho de bacalhau e os pastéis de camarão são pontos altos. Boteco Belmonte […]

Escrito por: Bruna Toni, Nathalia Molina, Mônica Nobrega e Fernando Victorino9 min de leitura
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Bar Urca
Neste reduto de culinária portuguesa, a mureta às margens da Baía de Guanabara se enche de gente que toma cerveja gelada e come petiscos bem preparados enquanto curte o pôr do sol. A casquinha de siri (de base comestível), o bolinho de bacalhau e os pastéis de camarão são pontos altos.

Boteco Belmonte
Aberto no Flamengo desde 1952, o Belmonte virou rede. Em todas as unidades, os garçons circulam pelo salão fisgando clientes com bandejas cheias de delícias, como as famosas empadas abertas

Bracarense
Tradicional no Leblon, tem chope cremoso e em temperatura muito baixa, escoltado por um tira-gosto de comer de joelhos. O bolinho de aipim com camarão e catupiry segue na lista dos mais pedidos.

Café Lamas
No Lamas há os que buscam um filé à francesa, outros que optam pela canja da madrugada. O café que leva o nome de seu fundador abriu no Largo do Machado, há 142 anos. Machado de Assis e Getúlio Vargas frequentavam a casa, que se mudou para o Flamengo em meados de 1970.

Chico e Alaíde
Ela, inventora de petiscos que deram fama ao Bracarense. Ele, responsável por servir chope gelado no mesmo bar. Juntos, Chico e Alaíde abriram em 2009 o próprio botequim, onde o bolinho da Alaíde (aipim, camarão e catupiry) encabeça a lista de delícias.

Eleven Rio
Filial do Eleven Lisboa, ganhou uma estrela no Guia Michelin 2016 – mérito que a matriz portuguesa também ostenta. Seu proprietário, o chef alemão Joachim Koerper, só usa ingredientes frescos da estação. Clássicos da casa-mãe, como o leitão com purê de pêssego, alho negro e molho de limão, dividem o cardápio enxuto com criações exclusivas para o Rio. Além do à la carte, tem opções de menu, a partir de R$ 250 por pessoa.

Cervantes
Com tradição de 60 anos, o Cervantes ficou famoso entre os cariocas graças aos parrudos sanduíches, como o clássico pernil com abacaxi. Aberto até as 4 da manhã.

Jobi
É uma verdadeira instituição carioca. Ali, bebe-se, nem que seja na calçada, o chope gelado, cremoso e bem tirado. É o bar do antes e do pós-praia. E do pós-bar, na linha do último que fecha

Olympe
Dono de uma estrela Michelin desde 2015, o Olympe mescla Brasil e França em seus pratos, criados por Claude Troigros e seu filho, Thomas. Os menus de preço fixo começam em R$ 330 e incluem pratos como o tartare de atum, beterraba e foie gras na folha de mandioca.

Roberta Sudbrack
Dona de uma estrela Michelin, a casa muda diariamente seu menu degustação. No ano passado, a chef abriu uma segunda casa, o Da Roberta, no Leblon, onde o protagonismo é dos sanduíches.

Polo Lido + Leme
Criado em 2009 por um grupo de comerciantes, tem 27 bares e restaurantes. A Churrascaria Palace ganhou fama pelo rodízio de carnes e frutos do mar. Os destaques do Botequim Informal são o chope gelado e os petiscos. No Galeto Sat’s, a pedida é a porção de coração de galinha. Em matéria de boemia, ninguém tem tanta história quanto o Beco das Garrafas, reaberto em 2014. A boa música voltou a ecoar pela Rua Duvivier, 37, no Bottle’s Bar e no Little Club.

Angu do Gomes
Até o fim da década de 1980, o angu era vendido em carrocinhas pela cidade. Criado pelos amigos Basílio Augusto e João Gomes em 1955, hoje é administrado por Rigo, chef e filho de Basílio. Apesar de não ser mais nômade, o maior sucesso ainda é o angu tradicional, com miúdos de carne (R$ 20).

Confeitaria Colombo
Com 122 anos de história, tem quatro restaurantes: o Bar Jardim, com doces, salgados, saladas e sanduíches; o Bilac, com refeições rápidas; o Cabral, no mezanino, com bufê de sopas e saladas; e o Cristóvão, no segundo andar, que serve pratos quentes e Chá da Tarde, para o qual é necessário fazer reserva. A confeitaria conta com uma unidade no Forte de Copacabana e, em agosto, inaugura um café no Aeroporto do Galeão.

Confeitaria Casa Cavé
A confeitaria mais antiga do Rio de Janeiro, inaugurada há 156 anos, tem receitas francesas, como o petit four de nozes (R$ 8,70), mas seu forte são as iguarias portuguesas, como os ovos moles de Aveiro (R$ 11,80). Mas o cardápio é muito mais amplo: tem pratos executivos e especiais para a hora do almoço.

Imaculada
No caminho entre a Praça Mauá e a Rua Acre, uma discreta escadaria na Travessa do Liceu leva ao início da subida pelo Morro da Conceição. Sua primeira rua é a Ladeira João Homem, onde está o restaurante e espaço cultural, cercado de construções coloridas. Ali são servidos pratos, petiscos e, às sextas e sábados, a tradicional feijoada (R$ 75,90 para duas pessoas). Aos sábados, das 16h às 20h, também tem roda de samba.

Imediações do CCBB
Perto do corredor cultural formado pelo Centro Cultural Banco do Brasil, a Casa França-Brasil e o Centro Cultural dos Correios, bares e restaurantes em prédios históricos são boa pedida no almoço ou happy hour. Na esquina da Rua Visconde de Itaboraí com a Travessa Tinoco, o Bar do Gengibre tem batidas e petiscos como polvo marinado. Mais à frente, o Cais (caisgourmet.com.br) ocupa um casarão de 1878 e tem receitas como o pão de açaí e picanha de sol. Na Rua do Rosário, a antiga tesouraria do império virou a Brasserie Rosário (brasserierosario. com.br). Mistura de sebo e espaço de exposições, o Al-Farabi (alfarabi.com.br) tem música ao vivo de terça a quinta e, no almoço, serve pratos bem brasileiros, como o jiló assado com ervas ao picadinho.

CT Brasserie – Claude Troisgros
A Brasserie tem um quê de França e um quê de Brasil, como todas as casas do chef Claude Troisgros. O cardápio, elaborado pelo chef Leandro Thomaz da Silva, transita por várias influências, oferecendo de ceviche (R$ 58) a massas e peixes – o linguado com crocante de quinoa, banana caramelizada e purê de batata baroa (R$ 99) é o mais pedido. De sobremesa, vá de petit gateau de doce de leite com sorvete de tapioca (R$ 43).

Gabbiano Ristorante
Localizado no Barra Garden desde 2009, o Gabbiano investe em ingredientes da estação em seus pratos. O mais vendido é o espaguete na manteiga de ervas e sálvia acompanhado de filé recheado com queijo brie e molho funghi (R$ 82). Tudo é pensado e preparado pelo chef Romano Fontanive e sua equipe, que já trabalham em um menu especial para a Olimpíada.

Academia da Cachaça
Tradicional no Leblon e, desde 1989, também na Barra, a casa tem aguardentes e caipirinhas bem apresentadas. Entre os sabores, há clássicas, como limão e tangerina (desde R$ 12,50) e exclusivas, caso da Acadêmica, uma mescla de limão galego, mel e cachaça (R$ 17,90). Para forrar o estômago, petiscos e os “balanceadinhos”, que incluem saladas e escondidinho light (R$ 25,50).

Tia Palmira – Barra da Guaratiba
Frequentada por surfistas e amantes de praias selvagens, a Barra da Guaratiba é o que não se espera do estereótipo da Barra da Tijuca, com vários restaurantes de comida caseira. Conhecidos como “as tias da Barra de Guaratiba”, funcionam nos quintais das casas há cerca de 50 anos. Com frutos do mar e peixes pescados horas antes, a refeição no Tia Palmira custa R$ 75 por pessoa e inclui entradas (como frutos do mar e bolinhos), pratos quentes (peixe, bobó, moqueca e outros) e sobremesa. O banquete leva cerca de uma hora para chegar à mesa, então vá com tempo – ou peça antes, por telefone.

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Coelho da Lapa
O pequeno espaço na Rua Riachuelo tem só um balcão. Há dez anos vende caipirinhas e outros drinques com 20 frutas diferentes. Servidas em copos generosos, esbanjam sabor e criatividade, como na Humor de Segunda (morango, pêssego, pera, maracujá e pimenta) A partir de R$ 10.

Espaço Lapa Café
O restaurante é um achado: charmoso por dentro, tem decoração criativa (um carro antigo ocupa parte do corredor) e cozinha saborosa e eficiente. Na Olimpíada, terá karaokê multinacional e, nas noites de quinta-feira, a partir das 18h, sessões de perguntas e respostas sobre os Jogos, com kits de cervejas de prêmio. Os melhores serão eleitos por uma bancada de jurados no padrão olímpico.

Aprazível
Inaugurado em 1997, num casarão da década de 1940, tem mesas em gazebos com telhado de sapê, muro de pedras tombado pelo Iphan e vista sensacional para a Baía de Guanabara. A culinária tipicamente brasileira da chef Ana Castilho, uma das mais bem cotadas do Rio, revela um olhar contemporâneo, apoiado em produtos frescos graças a uma parceria com agricultores familiares (o restaurante vende os ingredientes também). Prove o acarajé do cerrado (pastel de angu recheado com carne moída apimentada, acompanhado de jiló agridoce e vinagrete de tomatinho verde; R$ 31), as cachaças próprias e a Caipicana (com limão galego e gelo de caldo de cana; R$ 36).

Bar do Mineiro
O cardápio enxuto e certeiro, tendo a feijoada (R$ 55 para uma pessoa) e os pastéis de feijão como destaques, mantém a casa entre as preferidas de Santa Teresa desde 1992. O clima do bar, colorido e informal, é festivo e barulhento.

Rei do Bacalhau
Inaugurado em 1965, tem espaço despojado e bolinhos famosos (R$ 6 a unidade). O cardápio é variado, com destaque para o bacalhau à Gomes de Sá.

Restaurante Siri – Tijuca
São menos de 20 minutos a pé do Maracanã até a esquina da Rua dos Artistas para provar um dos melhores pastéis de camarão que nossa equipe comeu no Rio. Há 80 anos no local, tem mais de 100 opções de pratos com frutos do mar.

Aconchego Carioca
Famoso por seus bolinhos de feijoada, acompanhados de torresmo e caipirinha (R$ 29,90), o premiado restaurante é repleto de sucessos.

Enchendo Linguiça
A 15 minutos de carro do Engenhão, a casa prepara joelho de porco à pururuca na frangueira – aquela de assar frangos na padaria – com duas guarnições; R$ 72.

Bar do Adão
Há 20 anos no Grajaú, o Bar do Adão oferece 50 opções de pastéis Prove o Dos Deuses, com brie, gorgonzola, muçarela de búfala e parmesão.

Manoel & Juaquim
Peça a crocante batata Juaquim, salpicada de linguiça calabresa e alho, para acompanhar o chope.

Polo Gastronômico da Tijuca
Na verdade, são sete polos na região. O da Praça Vanhargen (a menos de 10 minutos de carro do Maracanã), tem o Garota da Tijuca, de frutos do mar e carnes, e os bares Vanhargen e na Choperia Buxixo, repletos de petiscos. Já o Novo Polo Tijuca, que inclui ruas e avenidas próximas à praça, reúne 11 estabelecimentos: além do Siri (citado acima), Benditho Bar, Bento, Cerveja Social Clube, Sokana, Universo da Cerveja, Vikings, Tmaki Club, Meu Cantão, Oreganos e Pancrepe.

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