Beneficiários do Bolsa-Família com NIS terminado em 1 recebem a quarta parcela do auxílio nesta segunda-feira

Para quem não recebe o Bolsa-Família, o auxílio começa a ser pago na quarta-feira (22)

Escrito por: Vinicius Assis2 min de leitura
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Marcelo Camargo Agencia Brasil
O governo deve desembolsar R$ 121,1 bilhões para fazer o pagamento a 65,2 milhões de pessoas (Marcelo Camargo Agencia Brasil)

A quarta parcela do auxílio emergencial começará a ser paga nesta segunda-feira (20) para os beneficiários do Bolsa-Família. Para os outros trabalhadores, o pagamento será feito a partir de quarta-feira (22), seguindo os mesmo critérios das outras rodadas de pagamento. Somente nesta segunda, 1,9 milhão de beneficiários recebem o dinheiro do benefício.

O método de pagamento seguirá acontecendo do mesmo modo das outras três parcelas. Primeiro os beneficiários do Bolsa Família recebem o dinheiro de acordo com o último dígito do NIS (Número de Identificação Social), começando no 1 e terminando no 0. A partir de quarta-feira, trabalhadores que não recebem o Bolsa Família passam a receber o benefício de acordo com o mês de nascimento. Os pagamentos acontecem de segunda a sábado.

Já os saques do benefício poderão ser feitos a partir do dia 25 de julho, também de acordo com o mês de nascimento do trabalhador.

As datas divulgadas para o pagamento da quarta parcela valem somente para os trabalhadores que receberam a primeira até o dia 30 de abril. Para consultar a situação do pedido do auxílio ou para mais informações sobre o calendário, basta acessar o site do benefício.

De acordo com o balanço divulgado pela Caixa Econômica, além dos integrantes do Bolsa Família, são elegíveis a receber o Auxílio Emergencial 10,5 milhões de pessoas do grupo do Cadastro Único e outras 35,7 milhões do grupo de trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados e contribuintes individuais do INSS que solicitaram o benefício via site ou aplicativo da Caixa.

No final das cinco parcelas, o governo deve desembolsar R$ 121,1 bilhões para fazer o pagamento a 65,2 milhões de pessoas.

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