Bolsas de NY fecham em alta, com ajuda do aumento nos preços do petróleo
As bolsas de Nova York aceleraram no fim do pregão e fecharam esta segunda-feira, 2, com altas robustas, influenciadas pela avanço nos preços do petróleo. O índice Dow Jones subiu 1,14%, para 17.361,04 pontos, acompanhado pelo S&P 500, que teve elevação de 1,30%, aos 2.020,85 pontos. O índice Nasdaq fechou na máxima do dia, aos 4.676,69 pontos,…

As bolsas de Nova York aceleraram no fim do pregão e fecharam esta segunda-feira, 2, com altas robustas, influenciadas pela avanço nos preços do petróleo. O índice Dow Jones subiu 1,14%, para 17.361,04 pontos, acompanhado pelo S&P 500, que teve elevação de 1,30%, aos 2.020,85 pontos. O índice Nasdaq fechou na máxima do dia, aos 4.676,69 pontos, com ganho de 0,89%.
Após semanas em queda, o petróleo começa a ensaiar uma recuperação e, em Nova York, já se aproxima novamente de US$ 50 por barril, enquanto o Brent segue rumo aos US$ 55 por barril. O avanço da commodity deu força às ações do setor, que puxaram os ganhos desta sessão.
Os papéis da Chevron subiram 3,44% e os da ExxonMobil tiveram alta de 2,47%. O balanço da ExxonMobil, que mostrou resultados melhores que o esperado, levou otimismo ao mercado e contribuiu para o avanço das bolsas.
Durante a maior parte do dia, entretanto, os principais indicadores acionários de Wall Street oscilaram entre altas e baixas, mostrando que os investidores seguem preocupados com as perspectivas para a economia global.
Os dados da economia americana divulgados hoje não agradaram. O índice de atividade do setor de manufatura dos EUA medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) caiu para 53,5 em janeiro, de 55,5 em dezembro. A queda foi maior que a prevista por analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que esperavam recuo a 54,3. Números acima de 50 indicam expansão da atividade.
Além disso, os investimentos em construção nos EUA subiram 0,4% entre novembro e dezembro, bem menos que a perspectiva de alta de 0,8% no período. Os gastos dos consumidores americanos, por sua vez, caíram 0,3% entre novembro e dezembro, mas o resultado ficou em linha com a previsão dos economistas.
Posts Relacionados

Momento importante na vida dos pais: a escolha da primeira escola


