Anvisa proíbe venda de 47 pomadas capilares; veja a lista

Medida impede comercialização imediata e reforça segurança dos consumidores

Escrito por: Da redação2 min de leitura
fundo_placeholder-023136

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta segunda-feira (24), o cancelamento da regularização de 47 pomadas para modelagem e fixação de cabelos. Com a decisão, esses produtos estão proibidos de serem comercializados no Brasil. A ação faz parte de um monitoramento contínuo da agência para garantir que cosméticos atendam às normas sanitárias.

+ Receba as notícias do dia – Clique AQUI para seguir o Canal do Meon no WhatsApp

Os produtos afetados foram registrados por notificação, um processo mais simplificado de regularização, mas não cumpriram os requisitos exigidos pela Resolução RDC 814/2023. A norma determinava que fabricantes atualizassem seus cadastros até 31 de dezembro de 2024, fornecendo documentação obrigatória, como licença sanitária válida, rotulagem detalhada e declaração de segurança assinada digitalmente. O descumprimento dessas exigências resultou no cancelamento imediato da autorização para venda.

Riscos do uso de produtos irregulares

A Anvisa alerta que o uso de pomadas capilares sem regulamentação pode trazer riscos à saúde. Entre os possíveis efeitos adversos estão:

  • Cegueira temporária
  • Ardência intensa nos olhos
  • Coceira, inchaço e vermelhidão ocular
  • Dor de cabeça e irritação cutânea
  • Lista de pomadas proibidas

A lista completa das pomadas que tiveram sua regularização cancelada inclui marcas como Grecco Men, Chams, Nohraan, Rehidratt, entre outras. Para conferir todos os produtos afetados, a relação oficial está disponível no site da Anvisa.

+ Receba as principais notícias do dia – Clique AQUI

Como evitar problemas

Para reduzir os riscos à saúde, a Anvisa orienta que consumidores verifiquem a procedência dos produtos antes da compra, sigam corretamente as instruções de uso e evitem itens sem registro. Caso ocorram reações adversas, é fundamental comunicar à agência para que novas investigações sejam realizadas.

+ Leia mais notícias do Brasil

Tags:BrasildestaquerotativoPublicado em: