Começa mutirão para fiscalizar postos de combustíveis

Procon quer identificar os erros que podem ser cometidos

Escrito por: Meon2 min de leitura
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O mutirão da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), começou nesta quarta-feira (24). A ideia é monitorar postos de combustíveis após a queda de preços promovida pela Petrobras. Possivelmente, devido a reclamações vindas de alguns consumidores, não foram todos que reduziram os preços médios de venda de gasolina e diesel.

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Na semana passada (16), a Senacon emitiu um ofício aos Procons estaduais e municipais, solicitando esse monitoramento em postos de combustíveis de todo o país. O documento instruía as unidades do Procon a fazerem um levantamento detalhado dos preços.

Quando foi dia 18, foi anunciado que o mutirão iniciaria nesta quarta-feira (24).

O secretário do Consumidor, Wadih Damous tem reiterado críticas contra “fraudes e abusos” e que, segundo denúncias apresentadas à Senacon, estariam sendo praticadas por postos de combustíveis. Damous disse que não aceitará situações desse tipo.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em entrevista ao programa A Voz do Brasil, declarou que vai ter mão firme do governo para que a queda do preço chegue na bomba de combustível.

O Senacon abriu um canal de denúncias contrapostos de gasolina. Nos primeiros dias, mais de mil denúncias de preços abusivos foram registradas.

O formulário é básico. Basta preencher com dados básicos do denunciante e da empresa denunciada. O formulário foi disponibilizado na internet no site da Senacon.

Na semana passada, a Diretoria Executiva da Petrobras aprovou uma estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina que encerrou a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação.

No dia seguinte, a empresa anunciou redução R$ 0,44 por litro do preço médio do diesel para as distribuidoras, que passou de R$ 3,46 para R$ 3,02. A redução do preço médio da gasolina foi de R$ 0,40 por litro, passando de R$ 3,18 para R$ 2,78, valor também pago pelas distribuidoras.

As premissas, segundo nota divulgada pela empresa, são preços competitivos por polo de venda, participação “ótima” da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável.

Segundo a estatal, os reajustes continuarão sendo feitos sem uma periodicidade definida e evitará repasses da volatilidade dos preços internacionais e do câmbio aos consumidores brasileiros.

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