PM do Rio é indiciado por homicídio durante protesto contra morte de dançarino
O soldado Hebert Nobre Maia, da Polícia Militar do Rio, foi indiciado nesta quinta-feira por homicídio doloso (intencional) pela morte de Edson da Silva dos Santos, de 27 anos, morto durante um protesto promovido em Ipanema (zona sul do Rio) em 22 de abril de 2014. A manifestação ocorreu horas depois que o dançarino Douglas Rafael da Silva…

O soldado Hebert Nobre Maia, da Polícia Militar do Rio, foi indiciado nesta quinta-feira por homicídio doloso (intencional) pela morte de Edson da Silva dos Santos, de 27 anos, morto durante um protesto promovido em Ipanema (zona sul do Rio) em 22 de abril de 2014. A manifestação ocorreu horas depois que o dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, de 26 anos, foi encontrado morto.
DG morreu durante uma ação policial na favela do Pavão-Pavãozinho, em Ipanema, na madrugada do dia 22. O soldado Walter Saldanha Correia Júnior foi indiciado pela morte do dançarino, que trabalhava no programa “Esquenta”, apresentado por Regina Casé na TV Globo.
Horas depois que o corpo de DG foi encontrado, no quintal de uma creche, moradores da favela iniciaram um protesto que interditou ruas de Ipanema. Durante esse ato, Edson da Silva dos Santos, que era deficiente mental, foi baleado e morreu.
Pelo menos uma câmera filmou o disparo feito pelo soldado e a vítima sendo atingida. O PM agora deve responder pelo homicídio.
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