Câmara de Taubaté aprova projeto que regulariza cargos na prefeitura

A Câmara de Taubaté aprovou nesta terça-feira (23) um projeto de autoria do prefeito Ortiz Júnior (PSDB) que regulamenta vagas em diversos setores do Executivo. Ao todo foram criados 466 postos de trabalho, sendo 420 distribuídos em 22 cargos já existentes e 46 em quatro novas funções -cozinheiro, cuidador, orientador social e técnico em saúde bucal.

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Câmara aprova criação de 466 vagas na prefeitura de Taubaté (Divulgação/CMT)

Segundo prefeito, não haverá aumento nas despesas com pessoal

Divulgação/CMT

A Câmara de Taubaté aprovou nesta terça-feira (23) um projeto de autoria do prefeito Ortiz Júnior (PSDB) que regulamenta vagas em diversos setores do Executivo. Ao todo foram criados 466 postos de trabalho, sendo 420 distribuídos em 22 cargos já existentes e 46 em quatro novas funções -cozinheiro, cuidador, orientador social e técnico em saúde bucal.

O projeto também extingue 227 vagas em 21 cargos diferentes, como agente fiscal previdenciário, comprador pleno, comprador sênior, encarregado de portaria, fiscal de proteção animal, secretária escolar, secretária júnior, entre outros.

Na justificativa do projeto, o prefeito argumenta que o objetivo é “regularizar a situação deixada pela gestão passada em que foram nomeados servidores públicos além dos cargos existentes”. Segundo Ortiz Júnior, não haverá aumento das despesas de pessoal com o projeto.

Quatro vereadores comentaram a aprovação do projeto, entre eles o da oposição Salvador Soares (PT). “O projeto de lei é interessante, mas a proposta poderia estar centralizada em um plano de carreira do funcionalismo público”, diz. Para Joffre Neto (PSB), o ex-prefeito Roberto Peixoto nomeou centenas de servidores, aprovados em concurso, porém, sem cargos. “A lista é extensíssima”, afirma.

O vereador Jeferson Campos (PV) garante que se o projeto não fosse aprovado, a prefeitura teria que demitir centenas de servidores assim como aconteceu com a Câmara em junho. “Estamos atendendo a uma recomendação do Ministério Público. Se não aprovarmos este projeto de lei, amanhã, 300 pessoas estarão demitidas. É uma situação complicadíssima”, finaliza.

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