Cavani faz treino separado em campo e segue como dúvida para encarar a França
O tempo fechou no treino do Uruguai, literalmente. Perto do horário marcado para o início do último trabalho da seleção antes do jogo desta sexta-feira, contra a França, pelas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, o céu escureceu no centro esportivo de Borsky, cidade ao lado de Nijni Novgorod. Para “ajudar”, o sistema de irrigação do…

O tempo fechou no treino do Uruguai, literalmente. Perto do horário marcado para o início do último trabalho da seleção antes do jogo desta sexta-feira, contra a França, pelas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, o céu escureceu no centro esportivo de Borsky, cidade ao lado de Nijni Novgorod. Para “ajudar”, o sistema de irrigação do campo foi acionado – quem havia conseguido escapar da chuva, levou um banho frio do sistema que molha o gramado.
O Uruguai atrasou o seu trabalho, o que levou os jornalistas presentes a desconfiarem um pouco. “Será que Cavani vai para o jogo?”, perguntou um cinegrafista francês. O atacante do Paris Saint-Germain, autor dos dois gols da vitória por 2 a 1 contra Portugal nas oitavas de final, tenta se recuperar de um edema na panturrilha esquerda. Com a voz baixa, um radialista uruguaio falou com a reportagem do Estado. “Não tem como ele jogar, mas deixa eles ficarem com a dúvida na cabeça”, brincou.
Às 15h46 no horário russo (9h46 de Brasília), o tempo ruim foi embora e o sol apareceu. Os primeiros jogadores da seleção uruguaia que começaram a trabalhar foram os goleiros Muslera, Campaña e Martín Silva. Cavani? Nenhuma pista. A expectativa da imprensa uruguaia é de que o atacante fique no banco de reservas e Stuani vá para o jogo. Outra opção é o meia Cristian “Cebolla” Rodríguez começar a partida.
Às 16h06, os outros jogadores do Uruguai foram para o campo. Cavani, sozinho, foi fazer um trabalho de recuperação com um dos preparadores físicos da seleção. Ele correu, deu pequenos trotes e brincou um pouco com a bola. Parecia não sentir nenhuma dor. Enquanto isso, do outro lado, os atletas apenas batiam bola, com o técnico Óscar Tabárez acompanhando o treino do banco de reservas.
Os jogadores de linha foram divididos em dois grupos e cada um deles tinha quatro jogadores com coletes laranja, dois com coletes verde-limão e outros quatro sem coletes, de preto. O trabalho consistia em troca de passes rápida entre os times com os mesmos coletes, enquanto os dois com coletes verde-limão precisavam apertar a marcação nos dois times.
Enquanto isso, Cavani seguia sua recuperação do outro lado do gramado. Ele fez uma série de corridas de pouco mais de 30 metros, muito alongamento e muito trabalho com bola. Mas, foi só o que deu para ver. Depois disso, os jornalistas precisaram deixar o treino. Assim como todas as seleções, o Uruguai também tem os seus segredos.
Posts Relacionados

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai

Novo tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor
