Cetesb amplia monitoramento de qualidade da água no Paraíba do Sul

O Rio Paraíba do Sul ganhou nesta quarta-feira (19), uma aliada para sua preservação. A Fíbria Celulose entregou instalada, na barragem de Santa Branca para a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), uma Estação Automática de Monitoramento da Qualidade da Água.

Escrito por: Elaine Rodrigues2 min de leitura
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Cetesb inaugura nova estação automática de qualidade de água em Santa Branca

Divulgação/Cetesb

O Rio Paraíba do Sul ganhou nesta quarta-feira (19), uma aliada para sua preservação. A Fíbria Celulose entregou instalada, na barragem de Santa Branca para a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), uma Estação Automática de Monitoramento da Qualidade da Água.

“A estação permite que coletemos dados continuamente, com alta tecnologia para determinar a qualidade da água ali perto da cabeceira do rio, onde esta em seu estado natural, pura, e comparar com os dados coletados na divisa do Estado, para ver o impacto que recebe na região em seu percurso”, explica o gerente da agência ambiental da Cetesb em Taubaté, Mario Luis Alves.

Além de dados qualitativos, a estação permite também medir a quantidade de água que passa na barragem. Os dados gerados são transmitidos por duas antenas, uma via satélite e outra por rede de celular para as agências da Cetesb em Taubaté e São José. “Logo essas informações estarão na internet e todos vão poder consultar”, conclui Alves.

A doação foi feita por meio de um antigo Termo de Ajustamento de Conduta determinado pela Justiça de Jacareí, onde por pedido da Cetesb, a Fíbria deveria entregar duas estações, uma da qualidade do ar, instalada já há dois anos na faculdade agrícola de Jacareí e outra da qualidade da água, inaugurada nesta semana em Santa Branca.

Estiagem
De acordo com Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) em novembro choveu, até o momento, apenas 20% do esperado para o período, e com isso, as represas da região continuam a secar.

Nesta quinta-feira (20), a Bacia do Paraíba do Sul está operando com apenas 4,6% de sua capacidade total. Os reservatórios mais atingidos, são os que ficam na cabeceira do rio, que são os de Paraibuna e Santa Branca, que registram só 2,93% de seu volume normal.

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