Cidades de papel

Essa semana resolvi comentar sobre o filme adolescente que estreou essa semana e está mexendo com a cabeça dos jovens: Cidades de Papel. Baseado no best-sAeller de John Green, essa adaptação tem dado o que falar, recebendo tantas críticas positivas quanto negativas. E está bem divido, pois há aqueles que odiaram o filme e aqueles […]

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Essa semana resolvi comentar sobre o filme adolescente que estreou essa semana e está mexendo com a cabeça dos jovens: Cidades de Papel. Baseado no best-sAeller de John Green, essa adaptação tem dado o que falar, recebendo tantas críticas positivas quanto negativas. E está bem divido, pois há aqueles que odiaram o filme e aqueles que o amaram. Eu pessoalmente adorei, pois achei que, apesar de algumas coisas terem sido alteradas, não houve nada que alterou completamente o rumo da historia, pois o filme e o livro passam a mesma mensagem.

Estreado pela modelo Cara Delevigne e pelo ator Nat Wolff (que por acaso atuou como Isaac em A Culpa é das Estrelas, outro romance de Green), o filme para mim teve o elenco perfeito. Talvez o fato de que eu adoro os dois interpretes dos principais influencie a minha decisão de apoiar o elenco. Ambos são muito talentosos e ao meu ver ficaram perfeitos em seus papéis.

O filme conta a história de Quentin Jacobsen (Nat Wolff) um garoto nerd que se apaixona pela sua vizinha, a incível Margo Roth Spiegelman (Cara Delevigne), que foi sua melhor amiga na infância, mas os dois foram afastados no colegial. Porém, numa noite Margo invade o quarto de Quentin pela janela com um plano de vingança e precisa de sua ajuda. Ao fim da noite, tudo parecia bem. E então, no dia seguinte, Margo é dada como desaparecida. Quentin então sai numa jornada em busca da misteriosa Margo, que deixou pistas para trás, ao lado de seus melhores amigos, Ben e Radar, numa aventura inesquecível.

Eu amei o filme por vários motivos, entre eles o fato de que eu ri o filme todo, pois ele é realmente engraçado, a escolha do elenco, que para mim, representou exatamente a essência dos personagens do livro, e, ao contrário da maioria, eu achei que ele foi muito bem adaptado, porque ele resumiu o livro de uma maneira divertida e leve. Enquanto o livro é lento, o filme é dinâmico, as coisas acontecem num ritmo mais rápido na adaptação, mas isso não afetou a história. Muito pelo contrário, eu acho que a deixou mais leve.

Mas a maioria dos leitores discorda de mim, talvez por terem ido ao cinema com a expectativa de ter seu tão amado livro retratado exatamente igual nas telinhas.

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