Colecionador de Jacareí tem mais de 800 cartões telefônicos

Coleção teve início ainda na juventude; último cartão foi de Ayrton Senna

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Rodrigo Casagrande coleciona desde os 14 anos

Arquivo Pessoal

Na era da internet e dos recursos tecnológicos, usar cartões telefônicos é praticamente raro. Sem utilidade nos dias de hoje, os cartões já nem estão sendo vendidos com o avanço do uso dos celulares. Mas um colecionador de Jacareí faz parte de um cenário diferente e guarda com muito carinho os cartões desde a sua juventude.

Rodrigo Casagrande, 31 anos, começou a colecionar quando tinha 14 anos, ainda na época da escola. Atualmente, o número de cartões chega a mais de 800 cartões. “Lembro que fazia trabalhos de escola com amigos e trocava por cartões. Era apenas para colecionar, nunca usei muito o orelhão”. Ele lembra que os tempos áureos da coleção foi quando o sistema telefônico ainda era operado pela Telebras, antes da mudança para Telefonica. “Era a melhor parte, foi a melhor fase”, diz.

Casagrande conta que a paixão pela coleção de cartões teve grande influência em uma das suas atividades. Além de publicitário, o colecionador também é artista plástico. “Cuido dessa arte com muito carinho e isso influenciou em outros trabalhos, como nos trabalhos de artes plásticas”, explica.

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Cartões são guardados em pasta

Arquivo Pessoal

De toda a coleção, ele relata que existem as suas preferências. “Gosto dos cartões do Ayrton Senna e de museus. Guardo com carinho. Inclusive, o do Senna foi o último que adquiri”.

Um episódio que o colecionador lembra é que quase teve que vender a coleção para ajudar a avó. “Foi uma época em que minha avó tinha que fazer exames e era uma das formas de ajudar. Vi na época de vender, mas não precisou. O valor chegaria a R$ 300”, conta.

Coleção
A paixão pela coleção será seguida pela família. Casagrande destaca que a coleção vai ficar para o filho de quatro anos. “Ele também adora toda a coleção e já diz que é dele. Ele fica olhando os desenhos, principalmente, os que têm animais”.

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