Bulas Semanais do Colunista Felipe Cury
Edição nº 2 destaca Tom Jobim

O PENSAMENTO
“Os que bebem vinho vivem mais do que os médicos que o proíbem”. Mussolini
O FATO
Já que falamos de gênios da música e de JOBIM, vou falar emocionado sobre ANTÔNIO CARLOS JOBIM, o Maestro, o tocador de violão, piano, voz e língua portuguesa.
Participou de trilhas sonoras, foi parceiro de Frank Sinatra (à época “o maior cantor do mundo”.
As autoridades tiveram que mudar o nome do velho aeroporto Galeão, rebatizando-o como Aeroporto Internacional “Antônio CARLOS JOBIM”. Talvez em decorrência por ter composto o “Samba do Avião”, um samba-exortação ao Rio feito na janelinha do avião que sobrevoava a Cidade Maravilhosa. Certa vez disse: ”Eu não moro no Rio. Eu namoro o Rio”.
O maestro Jobim foi a integração perfeita da natureza ao se tornar parceiro de Vinícius de Moraes. Além de Vinicius foi companheiro, parceiro, amigo de: Toquinho, Dick Farney, Dalva de Oliveira, Orlando Silva, João Gilberto, Dorival Caymmi, Francis Hime, Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, Cacaso, Ronaldo Bastos e muitos outros notáveis. Inclusive, às vezes subia o Morro da Catacumba para fazer parceria com o criativo Acides Fernandes marido da lavadeira de sua mãe. Compôs com Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazaré, Villa-Lobos, Sinhô, Custódio Mesquita, Alcyr Pires Vermelho, Vadico . Tom se considerava discípulo de Ary Barroso.
Por culpa do meu diminuto espaço deixo de publicar sua DISCOGRAFIA.
Foi o esteio da bossa nova.
COLUNISTA:
Felipe Antônio Cury, mineiro de Três Corações, reside há mais de 60 anos em São José dos Campos.
Formado em Ciências Jurídicas e Administrativas, pela Fundação Joseense de Ensino, foi Professor de Língua Portuguesa e Comunicação, na Escola Técnica “Olavo Bilac”.
Foi presidente da ACI – Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, por 8 anos, além de ocupar outros importantes cargos em diversas instituições do município.
