Com 16 anos e 2,01 metros, joseense é o jogador mais novo da Superliga

Atleta está emprestado para o time do São Bernardo Vôlei

Escrito por: João Pedro Teles2 min de leitura
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Vítor Baesso durante passagem pela categoria de base do Pinheiros

Arquivo Pessoal

Com apenas 16 anos e uma estatura de 2,01 metros, o ponteiro Vítor Baeso, de São José dos Campos é o jogador mais novo desta edição da Superliga Masculina de Vôlei. O joseense atua pelo São Bernardo, equipe com fama de reveladora de atletas para o vôlei nacional.

Emprestado pelo Sesi, onde integra o time da base, Baesso passa por uma experiência no time do ABC Paulista. O objetivo é ganhar bagagem durante a temporada para voltar mais maduro ao time da capital.

Mesmo ainda sem atuar, toda a rotina do joseense é a mesma dos atletas profissionais do São Bernardo. Para o jogador, a oportunidade de estar com o time é a realização de um sonho.

“Todo o atleta quer jogar na Superliga e eu estou muito feliz por estar no grupo. Aprendo muito com os jogadores, tanto do São Bernardo, nos treinamentos, quanto com os outros times, nos jogos que eu assisto”, afirma.

O São Bernardo, que vem de vitória contra o São José, é o lanterna da competição. O fato, entretanto, não incomoda a jovem promessa. “No profissional o repertório de jogadas é muito maior. Estou aprendendo a ‘malandragem’ do vôlei que não aprendemos na base”, afirma.

Seleção
Vítor Baesso deve servir a seleção brasileira durante o mundial infanto-juvenil de Vôlei que será disputado na Argentina em 2015. O garoto integra o grupo desde 2013.

“É um ambiente que eu gosto bastante.Estar em Saquarema (onde fica a sede da seleção) é um sonho para qualquer jogador. Espero que essa passagem pelo profissional me torne um atleta melhor para servir a seleção”, diz.

Filho da jogadora Joana Baesso, que atuou pelo São José, Vítor se acostumou com o ambiente de jogo desde muito pequeno, quando a mãe o levava para os treinamentos. Desse jeito, não demorou muito para que o menino também começasse a tomar gosto pelo esporte.

“Comecei no São José quando o técnico do Pinheiros me levou para São Paulo. A partir daí, ser jogador de vôlei se transformou em uma realidade para mim. Do Pinheiros fui para o Sesi e agora quero fazer parte do time profissional”, comenta.

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