Comerciantes de Ubatuba são vítimas de trotes em nome do Procon

Ligações para comerciantes de Ubatuba, cobrando irregularidades e pedindo o comparecimento no órgão foram proferidas em nome do Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor). De acordo com Joseani Aparecida Coelho das Neves, diretora da defesa técnica do Procon, as ligações foram trotes e a intenção é desconhecida. “Pedimos a todos que fiquem atentos, não sabemos a origem das ligações”, explicou.

Escrito por: Patrícia Rosseto2 min de leitura
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Ligações cobrando irregularidades e pedindo o comparecimento no órgão feitas em nome do Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) para comerciantes de Ubatuba. De acordo com Joseani Aparecida Coelho das Neves, diretora da defesa técnica do Procon, as ligações são trotes e a intenção é desconhecida. “Pedimos a todos que fiquem atentos, não sabemos a origem das ligações”, explicou.

Andremar Marcondes Cardia, coordenador do Procon de Ubatuba, explicou que não existe nenhum tipo de tratativa deles que seja realizada através de telefonemas ou e-mails, apenas usam comunicados enviados pelo correio.

“O Procon quando exerce a proteção aos consumidores, é realizado apenas através de notificações em cartas, os e-mails para comunicação só podem existir após a existência de um número de documentação, definiu. O Procon de Ubatuba registrou cerca de cinco casos na cidade.

Segundo o presidente da Associação Comercial de Ubatuba, Márcio Gonçalves Maciel, mensagens e ligações falsas realizadas em nome de órgãos públicos e de empresas privadas, infelizmente são muito comuns e continuam a circular principalmente na Internet.

Para ele, quadrilhas especializadas em crimes tentam obter ilegalmente informações fiscais, cadastrais e principalmente financeiras dos contribuintes. “As mensagens e ligações estão a cada dia mais criativas e geralmente invocam urgência, iludindo o cidadão com a apresentação misturam instruções verdadeiras e falsas, muitas vezes usando nomes e timbres oficiais. É preciso estar atento e nunca passar nenhuma informação por telefone. Na dúvida procure sempre o órgão competente”, alertou o presidente da Aciu.

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