Concílio das máquinas
Segundo os Ph.D’s da Inteligência Artificial, na década de 2020, poderemos, por mil dólares, armazenar em um único chip, todas as informações de nossa mente. Em 2030, os nanorrobôs – máquinas microscópicas/moleculares – estarão em nosso corpo, reparando o DNA e revertendo efeitos degenerativos da idade. A nanotecnologia poderá transferir tudo o que sabemos para […]

Segundo os Ph.D’s da Inteligência Artificial, na década de 2020, poderemos, por mil dólares, armazenar em um único chip, todas as informações de nossa mente. Em 2030, os nanorrobôs – máquinas microscópicas/moleculares – estarão em nosso corpo, reparando o DNA e revertendo efeitos degenerativos da idade. A nanotecnologia poderá transferir tudo o que sabemos para um robô ou para um programa de realidade virtual. Assim, se algo acontecer com nosso corpo, nossa consciência viverá para sempre.
Também poderemos ressuscitar nossos pais, encontrando vestígios de DNA em seus túmulos. Os nanorrobôs extrairão os códigos genéticos e depois reconstruirão memórias do cérebro dos que conviveram com eles. Qualquer objeto ou lembrança ajudará na reconstrução. Nossos “pais 2.0” poderão ter muitas formas. De um avatar a um robô totalmente funcional.
Se quisermos continuar nossa evolução, teremos que nos fundir, inevitavelmente, com a tecnologia.
Posts Relacionados

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai

Novo tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor
