Crianças que foram envenenadas em Taubaté recebem alta após quatro dias internadas

O pai das vítimas usou produtos tóxicos na comida e objetos cortantes para tentar o homicídio

Escrito por: Vinicius Assis2 min de leitura
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Divulgação/Arquivo
Elas estavam internadas desde o sábado (20) (Divulgação/Arquivo)

As duas crianças, de 5 e 7 anos, que foram envenenadas pelo pai no último sábado (20), no bairro de Bonfim, em Taubaté, receberam alta hospitalar nesta terça-feira (23), após quatro dias internadas. Além de envenenar as crianças com produtos tóxicos na comida, o pai ainda tentou ferir as crianças com um objeto cortante. O garoto de 7 anos conseguiu ligar para a mãe para pedir ajuda, o pai se matou após cometer crime.

De acordo com a administração do Hospital Regional de Taubaté, onde as crianças estavam internadas desde sábado (20), a liberação aconteceu após as vítimas não apresentarem mais complicações pelo envenenamento nem pelos ferimentos de faca. Antes de receberam alta, elas passaram por atendimento na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Cecap e pelo Hospital Regional. Ao todo, foram quatro dias nos centro médicos.

Não foi informado se as crianças ainda terão que passar por outros procedimentos médicos pelos ferimentos ou envenenamento. Ambos estão sob a guarda da mãe, também em Taubaté.

Relembre o caso

Um homem de 43 anos tentou envenenar os filhos colocando altas doses de calmante e chumbinho e desferiu golpes de faca contra eles no último sábado (20), no bairro Bonfim, em Taubaté. O filho mais velho, de 7 anos, conseguiu ligar para a mãe e pedir socorro. Quando o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou o pai já havia cometido suicídio comendo o alimento envenenado e com golpes de faca.

As crianças foram levadas para a UPA do Cecap, um bairro ao lado de onde foram vítimas da tentativa de homicídio. Ainda no sábado os dois foram levados para o Hospital Regional da cidade, que possui maior infraestrutura para atender as crianças.

O pai e a mãe das crianças estavam em processo de separação desde o início do ano. A mulher relatou a polícia que era vítima de agressões e tinha uma medida protetiva contra o homem desde o fim de 2019.

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