Cuba não aceitou condições para a continuidade do Mais Médicos, diz Bolsonaro
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse, em seu perfil no Twitter, que a decisão de Cuba de romper o acordo do programa do Mais Médicos aconteceu porque Havana não aceitou as condições pedidas pelo próximo governo. “Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos…

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse, em seu perfil no Twitter, que a decisão de Cuba de romper o acordo do programa do Mais Médicos aconteceu porque Havana não aceitou as condições pedidas pelo próximo governo. “Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou.”
O tuíte foi publicado pouco tempo depois de o Ministério da Saúde cubano divulgar nota afirmando que o motivo foram as críticas de Bolsonaro – que já declarou que o programa foi criado para financiar a ditadura comunista dos irmãos Castro – e sua intenção de mudar os termos da cooperação.
“As modificações anunciadas impõem condições inaceitáveis e descumprem as garantias acordadas desde o início do programa, que foram ratificadas em 2016 com a renegociação do termo de cooperação entre a OPAS, o Ministério da Saúde do Brasil e o convênio de cooperação entre a OPAS e o Ministério da Saúde Pública de Cuba”, afirma o comunicado de Havana.
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