DEM: rebaixamento da Petrobras reflete falta de reajuste

O líder do DEM na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (PE), disse nesta quarta-feira, 22, que o rebaixamento da nota de risco da Petrobras de Baa1 para Baa2 pela agência de classificação de risco Moody’s é resultado da política de preços administrados para que o reajuste da gasolina não interfira na inflação. Outro fator, segundo Mendonça, é o…

Escrito por: Conteúdo Estadão1 min de leitura
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O líder do DEM na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (PE), disse nesta quarta-feira, 22, que o rebaixamento da nota de risco da Petrobras de Baa1 para Baa2 pela agência de classificação de risco Moody’s é resultado da política de preços administrados para que o reajuste da gasolina não interfira na inflação. Outro fator, segundo Mendonça, é o “aparelhamento” da estatal. “É culpa do aparelhamento da empresa e da política econômica para os combustíveis”, comentou Mendonça.

Em sua avaliação, o rebaixamento da Moody’s é reflexo da situação da empresa e não significa uma interferência da agência de risco na sucessão presidencial. “O mercado é apartidário”, disse.

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