Direção quer levar discussões de salários no Guaratinguetá à Justiça
Uma semana depois da denúncia feita pelo zagueiro Rocha, de que os salários no Guaratinguetá estariam atrasados há três meses, o presidente do clube-empresa, Pedro Panzelli falou sobre o assunto. Pedro revelou que o caso será discutido em esfera judicial e afirmou que o defensor só procurou a diretoria do clube quando entregou a carta de rescisão e quis discutir em juízo.

Na semana passada, o zagueiro Rocha fez uma denúncia de que não recebia do Guaratinguetá há três meses. A notícia pegou muitos torcedores de surpresa. Nesta terça-feira (8), o presidente da Garça, Pedro Panzelli, comentou sobre o caso no programa Na Gaveta Esportes, da rádio Inova FM. “Ele pediu uma carta de rescisão unilateral e nós passamos para o nosso Departamento Jurídico, que vai tomar uma decisão cabível na situação do Rocha”, afirmou ao programa.
O presidente da Garça ainda revelou que o zagueiro só procurou a direção do clube quando mandou a carta de rescisão. “Como ele mandou uma carta antes do prazo devido, pedindo uma rescisão unilateral de contrato, agora nosso advogado está analisando”, afirmou. “Ele que é um ídolo, se diz ídolo do Guará, que não tentou conversar em nenhum momento com a gente, e chegou já pedindo rescisão e querendo discutir em juízo”, completou.
Questionado sobre a veracidade do atraso de salário do atleta e parte de elenco do clube, Panzelli afirmou que o assunto será discutido em esfera judicial. “A questão do salário, ou dos extras, que fazem parte do salário, é como eu disse: não vou falar mais nada, pois já está em esfera judicial”, respondeu. “Isso pode só trazer prejuízo para o próprio clube ou para a torcida do Guará. Sempre que estou aqui, as portas estão abertas”.
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