Djokovic bate Monfils e enfrentará Murray em Paris
Sem maiores dificuldades, Novak Djokovic confirmou o seu favoritismo ao vencer o francês Gael Monfils por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/6 (7/2), nesta quinta-feira, e avançar às quartas de final do Masters 1000 de Paris. Cabeça de chave número 1 da competição, o tenista sérvio assim se credenciou para travar um esperado duelo com o…

Sem maiores dificuldades, Novak Djokovic confirmou o seu favoritismo ao vencer o francês Gael Monfils por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/6 (7/2), nesta quinta-feira, e avançar às quartas de final do Masters 1000 de Paris. Cabeça de chave número 1 da competição, o tenista sérvio assim se credenciou para travar um esperado duelo com o britânico Andy Murray nesta sexta.
Essa foi a 11ª vitória do líder do ranking mundial em 11 confrontos com Monfils, ex-top 10 que atualmente é o 21º tenista da ATP, em jogos válidos pelo circuito principal da ATP. E contra Murray, ex-líder e hoje oitavo no ranking, o sérvio defenderá uma vantagem no retrospecto de 14 vitórias em 22 partidas com o escocês, que neste ano foi superado nos três jogos que travou com o rival.
Para voltar a superar o “freguês” Monfils, Djokovic precisou jogar uma hora e 32 minutos nesta quinta. No primeiro set, ele confirmou todos os seus saques e aproveitou um de três break points para garantir a vantagem de 6/3.
Já na segunda parcial, o sérvio voltou a ficar uma quebra na frente, mas o francês a devolveu em seguida e depois os dois tenistas confirmaram todos os seus serviços e forçaram a disputa do tie-break, no qual o sérvio foi muito superior e fechou a partida em 7/2.
Neste ano, Djokovic bateu Murray no Masters 1000 de Miami, no US Open e no Torneio de Pequim. Antes disso, o britânico levou a melhor sobre o rival na final de Wimbledon do ano passado.
A vitória desta quinta também foi importante para Djokovic seguir protegendo a liderança do ranking mundial, ameaçada pelo vice-líder Roger Federer nesta reta final da temporada. Se perdesse para o francês, ele corria o risco de ver o suíço precisar ir apenas até a final em Paris para assumir o topo.
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