Economia em 2022 anima maioria dos empresários de São José
Segundo pesquisa, menos de 3% estão pessimistas com relação ao desempenho das vendas neste ano

Uma pesquisa realizada pela ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos, em parceria com o Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais) mostrou que 74% dos 85 empresários entrevistados esperam desempenho melhor na economia em 2022, destes, 62,96% se declararam otimistas e 11,11% disseram que estão muito otimistas. Outros 23,4% esperam um ano igual a 2021 e 2,47% se declararam pessimistas.
O levantamento foi realizado entre 10 e 26 de janeiro, entre empresários com lojas instaladas em grandes eixos comerciais da cidade: imediações da praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, eixo da Avenida Andrômeda (região sul) e nos shoppings Centro e Vale Sul.
O resultado da pesquisa é positivo, principalmente após dois anos de crise acentuada pela pandemia de Covid-19. “Após um período de muita incerteza em razão da covid-19, 2021 já desenhou um cenário melhor, que, com certeza, contribuiu para esse otimismo do empresário de São José dos Campos. Tivemos um saldo bastante positivo de empresas abertas na região no ano passado, o comércio registrou índices positivos de venda e tudo isso forma uma base sólida para enfrentarmos os desafios de 2022”, disse Eliane Maia, presidente da ACI.
Desempenho do comércio no Natal de 2021
A maioria dos lojistas entrevistados comemorou o volume de vendas durante o Natal do ano passado: 67,9% classificaram como bom e 8,64% consideraram as vendas excelentes, o que soma 76,54% de aprovação.
Por outro lado, 19,75% acharam as vendas ruins e 3,71% se declararam bastante pessimistas.
Em comparação com o mesmo período de 2020, 38,27% dos entrevistados apontaram que as vendas de 2021 foram melhores e 33,33% as classificaram como iguais. Com relação a 2019, antes da pandemia, o otimismo foi menor.
Média de gasto
Segundo a pesquisa, os consumidores se dispuseram a gastar entre R$101 a R$200 (33,33%), enquanto 30,86% gastaram entre R$ 51 e R$ 100. Outros 25% desembolsaram acima de R$ 201 em produtos. Um pouco mais da metade dos consumidores, 50,62%, pagou com cartão de crédito e 44,44% compraram com cartão de débito.
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