Embaixador quer intercâmbio entre docentes da Unitau e da Coreia do Sul
Jeon Lee também propôs um centro de estudos da língua coreana na Unitau


Encontro aconteceu nesta sexta-feira (30), na Unitau
Leonardo Oliveira/Unitau
O embaixador da Coreia do Sul no Brasil, Jeon Gwan Lee, a embaixatriz, Jong Ran Park, e a consulesa, Wong Young Kim, estiveram na Unitau (Universidade de Taubaté) na última sexta-feira (30), para conhecer a instituição e discutir parcerias entre a Unitau e o país da Ásia Oriental.
Atualmente, já está em andamento, fruto da parceria entre os dois países, o projeto de um navio médico inteligente, que atenderá comunidades ribeirinhas do Amazonas. No encontro desta sexta-feira, Jeon Gwan Lee afirmou que atuará para a ampliação de parcerias entre instituições coreanas e a Unitau, como, por exemplo, o intercâmbio de professores.
O embaixador também sugeriu a criação de um centro de estudos da língua coreana na Unitau e a criação de um curso de português para estrangeiros na Universidade.
O vice-reitor, Prof. Dr. Isnard de Albuquerque Câmara Neto, recebeu a comitiva. Neto está respondendo pela Reitoria devido à viagem do Reitor, Prof. Dr. José Rui Camargo, justamente à Coreia para debater parcerias com centros de ensino.
“O navio representa a união de duas vontades. A vontade de servir ao povo que vive na selva e a vontade de realizar pesquisas sobre as doenças tropicais e sobre as inúmeras espécies de fauna e flora da região”, disse Câmara Neto, que morou durante dois anos na região amazônica.
Navio médico inteligente
Em abril deste ano, a Unitau e um instituto coreano, o Kiat, firmaram um acordo para desenvolver em parceria o projeto de um navio médico inteligente para salvamentos e atendimentos à população.
A universidade taubateana foi escolhida para ser a gestora do projeto e será responsável pela busca de parceiras para implementação. Alunos e professores de alguns cursos irão participar diretamente do desenvolvimento e planejamento.
A proposta apresentada é semelhante ao navio já utilizado em ações na Amazônia, mas o diferencial será na tecnologia usada. O projeto deve ser iniciado no próximo ano, após a finalização dos detalhes do programa.
Questionada sobre os valores que envolvem o projeto, a Unitau informou por meio de nota que como a verba será liberado pelo Kiat, que é um órgão estatal de fomento da Coreia, “existe um processo formal para a seleção do centro de pesquisa lá que irá participar do projeto, como um edital, que deverá ser lançado”.
O valor para o desenvolvimento do projeto também ainda não foi divulgado. “Em relação aos valores, como o projeto não está finalizado, o embaixador não nos precisou o montante”, conclui a nota.
Posts Relacionados

Chuva mata oito bovinos, alaga casa e provoca deslizamento em rodovia no Vale do Paraíba

EDP investe R$ 4,5 milhões para ampliar capacidade energética de Lorena em 15%

Defesa Civil emite alerta severo para chuva forte em São José dos Campos e Jacareí
