Fabíola Molina irá assumir Secretaria Nacional de Esporte a partir de 2020

A previsão é que Molina assuma a pasta no fim de janeiro

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Ex-nadadora participou de três olímpiadas como atleta (2000, 2008 e 2012)

Divulgação

A ex-nadadora de São José dos Campos Fabíola Molina vai assumir a Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), no governo do presidente Jair Bolsonaro. A expectativa é que a posse aconteça no fim de janeiro de 2020. Molina, que teve participação nas olímpiadas de 2000, 2008 e 2012, ficará no lugar do o ex-jogador de futebol Washington Coração Valente, que irá assumir uma função na CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

A Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social é vinculada ao Ministério da Cidadania, dentro da Secretaria Especial do Esporte — o antigo Ministério do Esporte. O convite teria acontecido há uma semana por meio de um entendimento entre o ministro Osmar Terra e o General Brasil.

Segundo a ex-nadadora, que tem também uma loja de grife em São José, a secretaria é dividida em quatro segmentos, entre eles, futebol, alto rendimento, antidoping e inclusão social. Inicialmente, a joseense deverá se familiarizar com as atividades e programas existentes para depois tomar decisões de grande impacto. “Existem muitos programas e, primeiro, vou chegar em Brasília e conhecer todos os programas em andamento. Dentro disso, vou estudar o que está indo bem, priorizar e potencializar o que não estiver indo tão bem, de repente estudar e remanejar. Mas primeiro é necessário conhecer todos os programas em andamento”, disse.

A expectativa da ex-atleta e empresária é positiva porque, segundo ela, existe uma equipe de trabalho bem preparada e que dará apoio a ela. “Tem pessoas técnicas nos cargos e isso é importante para as coisas acontecerem com esse olhar e capacidade de você realizar programas para o bem da sociedade e das crianças. É algo novo para mim, mas sei que terei força da equipe. Trazer o meu olhar e minha experiência é algo especial, por poder contribuir e ajudar a transformar”, avaliou.

A reportagem procurou o Ministério da Cidadania, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

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