Felipe Cury escreve sobre CURYOSIDADE
Leia a coluna Bulas Semanais

O PENSAMENTO: “Rir é o melhor remédio” – Imortal seção de SELEÇÕES DO READERS DIGEST.
O FATO: A minha autodidata “linha editorial” está me permitindo trair minha pauta de fatos sérios, pessoas notáveis, feitos marcantes pontos nobres da vida e deslizar para o humor. Mau humor e até para o humor cretino, que acaba sendo engraçado. Então, resolvi fazer uma pausa para consultá-los sobre fatos estranhos, duvidosos, inacreditáveis, galhofeiros, que inundam nosso repertório oficial confirmando uma assertiva internacionalizada que garante que o Brasil não é um país sério. Vou narrar alguns fatos esdrúxulos para iniciar e, espero que nossos amigos/leitores nos abasteçam daqui pra frente.
1ª. BARBÁRIE: SISTEMA DE EMPLACAMENTO VEICULAR imposto por
desculpa do Mercosul. Antes de Henry Ford inventar o automóvel já nasceu com ele um sistema identificatório de placas numeradas, com o nome da cidade, e números e letras fáceis de memorizar. Dizem, que por causa do MERCOSUL inventaram novo tipo de placas muito mais complexo e idiota. Convenhamos que o MERCOSUL é uma instituição burocrata falida, imenso cabide de empregos muito bem remunerados, desprestigiada, inútil e que não melhora em nada as relações de comércio regionais. Está tão apequenada que os dois países líderes do cone sul (Brasil e Argentina) nem comparecem às reuniões. Essas novas placas constituíram excelente negócio para os privilegiados fabricantes de placas. Só pra eles.
Agora, depois de longo e tenebroso inverno, em17 de abril (meu aniversário), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nova mudança, voltará a aparecer o nome da cidade…
Estuda-se a instituição de um prêmio ‘CANGALHA DE OURO” para o imbecil criador das placas.
2ª. BARBÁRIE: CARREGADORES DE CELULAR – Há uns 8 anos atrás, a imprensa mundial noticiou que os carregadores de celular passariam a ser “standard”, isto é, comuns para todo e qualquer tipo de telefone celular. Acabaria essa frescura de um carregador diferente para cada aparelho. Simples! Muito simples”. Facilitando a vida de todo mundo. Só que, ficou no papel. Não progrediu, talvez, para não contrariar interesses de fabricação.
3ª. BARBÁRIE: PUXADORES DE CADEIRA NO STJ – Para começar uma seção do STJ – antes de o SUPRA MINISTRO se sentar, cada lugar tem um “puxador de saco”, digo, de cadeira, que servilmente arrasta para trás a cadeira para o GRÃ MINISTRO colocar seu bumbum, em segurança e confortavelmente. A nossa imprensa, sempre exagerada, informou que cada PUXADOR DE SACO, digo DE CADEIRA, aufere o salário de mais de R$ 19.000,00, mensais. Lá, no STJ, outras mordomias existem escandalosamente para usufruto da Corte. Não duvidem!
4ª. BARBÁRIE: FERIADOS NO BRASIL – É brincadeira!!! A quantidade de feriados que adornam o calendário anual das nossas folhinhas, estarrece o mundo. São feriados federais, estaduais, municipais, facultativos, dias Santos, consciência negra, amarela, vermelha, cor de maravilha, póstumos e/ ou festivos. Se for perguntado a um legislador se ele tem noção de quanto custa para a Nação um feriado, sua excelência não tem nem ideia. Simplesmente, porque não é ele quem paga. O importante é ser fevereiro e ter carnaval pra gente sambar. A PRODUTIVIDADE de um País que se…
Será que estão faltando datas comemorativas?!?!?!
O senso comum diz que o Brasil é o país com mais feriados no mundo
5ª. BARBÁRIE: TRIBUTOS, IMPOSTOS, TAXAS. A História muito já falou sobre A DERRAMA, na época do Império. Um exorbitante imposto que a corte portuguesa nos assaltava. Foi tão abusivo que provocou a Inconfidência Mineira. Só que hoje, arrecada-se mais que o dobro da época lusa (12%). Hoje a carga tributária corresponde a 32,39% do PIB. Entre os países latino-americanos, o Brasil tem a segunda maior carga tributária, está atrás apenas da Argentina, que no entanto, está em plena fase de recuperação, com a surpreendente administração de Javier Milei.
A voracidade da arrecadação é hoje recorde absoluto e elege Haddad como atleta olímpico insuperável, na arrecadação.
Seria inovador criar mais um imposto, no Brasil, que muito contribuiria para nosso desenvolvimento estético e social, melhorando nossa aparência: O IMPOSTO SOBRE FEIURA, SUJEIRA E MAU GOSTO.
6ª. BARBÁRIE: FUTEBOL é paixão nacional. Até antes do TRI acompanhávamos as partidas pelo rádio. Não havia TV. Havia na pioneira TV TUPI, um locutor batrício (Walter Abrãao), que se limitava a falar o nome do jogador e o placard: O X O, diferentemente do locutor de rádio, que floreava a narração falando do tempo, das flores, do folclore, das perspectivas e de tudo o mais que não interessava à partida. Hoje, os narradores atuais desavisados de que a telinha mostra tudo, insiste ainda de falar mais que o necessário – menos
o nome do jogador, porque ele também não sabe. Não são facilitadores, mas complicadores. A simplicidade é irmã gêmea da perfeição.
7ª. BARBÁRIE – As querelas entre Brasil e Nicarágua deveriam sair do corpo diplomático e serem disputadas nas mesas de um botequim, em melhor de 3, na purinha. Os 2 contendores, respectivos presidentes das repúblicas, são baixo nível. Quem ganhar… perde!
8ª. NOVIDADE: Não deixa de ser novidade: Eu sou casado com a irmã dos maridos das minhas irmãs. Somos, portanto, 3 de cada lado e… todos casados há mais de 60 anos e felizes. Minhas irmãs (e cunhadas) Meire e Zazinha sempre foram lindas, alegres e sociáveis. Zazinha está de férias da alegria porque seu marido amado, o Farid, está seriamente enfermo.
Quando me ocorreu criar as BULAS, fiz uma formatação que, após o título, citar um PENSAMENTO erudito, inteligente, para abrir a ideia do texto, antes de exibir O FATO. Eram ideias bonitas como se fossem filosofia de vida. Para reunir pensamentos, lembrei-me que minha irmã Meire, há muitos anos reunia em uma agenda velha, os mais ternos e profundos ditados. Era o seu “hobbie, de muito bom gosto. Era uma coletânea organizada por Meire Cury Murad e palpites desnecessários de Felipe Cury (eu).
Quanto à Léa, irmã deles, está ótima! Porque ninguém cuida de mim melhor do que ela.
Assim… continuamos.
COLUNISTA
Felipe Cury é mineiro de Soledade, nascido em Três Corações. Vive em São José dos Campos há 66 anos. Completou em 17 de abril, 86 anos de feliz idade.
Formado em Ciências Jurídicas e Administrativas, pela Fundação Joseense de Ensino, foi Professor de Língua Portuguesa e Comunicação, na Escola Técnica “Olavo Bilac”.
Foi presidente da ACI – Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, por 8 anos, além de ocupar outros importantes cargos em diversas instituições do município.
Colunista de Bulas Semanais
