Férias nas casas dos famosos
Celebridades que investiram no ramo da hotelaria


O cineasta Coppola tem uma rede, Coppola Resorts, com cinco empreendimentos
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Coppola
O cineasta norte-americano Francis Ford Coppola é um veterano no quesito hotelaria. As viagens para filmar Apocalypse Now (1979) despertaram nele o desejo de adquirir uma propriedade no sul das Filipinas. No entanto, quando sua mulher encontrou um refúgio em Belize, o oscarizado cineasta fez sua estreia no ramo de hospedagem. Ele conta que, originalmente, o Blancaneaux Lodge seria só um refúgio para escrever, mas, a partir de 1993, passou a aceitar hóspedes.
Hoje, o diretor da trilogia O Poderoso Chefão tem uma rede – Coppola Resorts – com cinco empreendimentos. O Blancaneaux Lodge (desde US$ 279) conta com 20 apartamentos em meio a uma reserva ambiental, entre cachoeiras, trilhas e cavernas. Também em Belize está o Turtle Inn (desde US$ 319), resort à beira-mar que oferece bicicletas grátis para os hóspedes explorarem as imediações. Na Guatemala fica o La Lancha (desde US$ 129), hotel-butique próximo ao Lago Petén Itzá e de ruínas maias.
Já o Palazzo Margherita, segundo Coppola, é “um sonho que se tornou realidade”. Localizado em Bernalda, numa área pouco conhecida dos turistas no sul da Itália, perto de Puglia, a propriedade é uma obra de arte com afrescos no teto, clima colonial, jardins com fontes e quartos amplos. Mas o preço está mais para pesadelo: desde 2 mil euros, duas noites, para dois.
A obra mais recente do diretor em termos de hotelaria é o Jardín Escondido, uma parceria com a rede Bourbon, em Buenos Aires. Foi ali que Coppola se hospedou durante as filmagens de Tetro (2009). Encantado com o local e a vizinhança, decidiu adquirir a propriedade, em Palermo. São apenas sete suítes – a Francis era onde o cineasta dormia em sua temporada na argentina. Diárias a partir de US$ 163,80.

The Clarence tem a decoração clean e as acomodações com TV de tela plana e Wi-Fi
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Bono e The Edge
O cantor e o guitarrista da banda U2 adquiriram o The Clarence, na capital irlandesa, em 1992. O hotel já tinha uma longa história: inaugurado em 1852 e reformado em 1930, precisaria passar por uma ampla reformulação antes de ser aberto ao público, em 1996.
Hoje, trata-se de um confortável hotel-butique de quatro estrelas, “do tipo que eles escolheriam para se hospedar se fossem um visitante em Dublin”, segundo o site do The Clarence. Localizado em frente ao Rio Liffey, e a um quarteirão do sempre animado Temple Bar, o hotel conta com 50 quartos que primam pelo conforto.
A decoração é clean e todas as acomodações têm TV de tela plana e Wi-Fi. As diárias começam em € 129. O restaurante do complexo, o Cleaver East, tem menu assinado pelo estrelado chef Oliver Dunne. Menus com três pratos a partir de € 30 – não esqueça de fazer reserva.

O cantor e o guitarrista da banda U2 adquiriram o The Clarence, em 1992
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