Filho de Elba Ramalho e Maurício Mattar ganha processo contra maternidade no Rio
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A maternidade Perinatal, do Rio, foi condenada a pagar R$ 40 mil de indenização a Luã Yvys Ramalho Kirk Mattar, 33, e à mulher dele, Amanda Mezkta. O produtor musical é filho da cantora Elba Ramalho, 69, e do ator e cantor Mauricio Mattar, 56. O casal entrou na Justiça contra o centro médico, que em julho permitiu…

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A maternidade Perinatal, do Rio, foi condenada a pagar R$ 40 mil de indenização a Luã Yvys Ramalho Kirk Mattar, 33, e à mulher dele, Amanda Mezkta. O produtor musical é filho da cantora Elba Ramalho, 69, e do ator e cantor Mauricio Mattar, 56.
O casal entrou na Justiça contra o centro médico, que em julho permitiu que os atores Bruno Gagliasso, 38, e Giovanna Ewbank, 34, usassem o serviço de uma fotógrafa profissional para registrar o parto do menino Zyan. Eles alegam tratamento diferenciado, pois não tiveram permissão para fazer o mesmo.
“Estamos muito felizes de ter vencido o caso em primeira instância, porém como o processo ainda está em aberto e cabe recurso da maternidade, prefiro aguardar os desdobramentos do caso antes de falar à respeito novamente”, disse Luã ao F5.
Consultada, a maternidade disse por meio de nota que pretende reverter a decisão. “O departamento jurídico do Grupo Perinatal informa que trata-se de decisão de primeira instância da qual irão recorrer, obedecendo todos os tramites processuais”, informou por meio de nota.
ENTENDA O CASO
No processo contra a Perinatal, o casal foi impedido de contratar um serviço profissional de fotografia para registrar o nascimento da filha, sob a alegação do hospital de que era uma medida contra a pandemia da Covid-19. Apesar disso, meses depois e ainda na pandemia, o hospital teria permitido as fotos profissionais ao casal de atores.
Na ação, o casal afirma que se limitou a fazer apenas “registros improvisados, simplórios e amadores do nascimento da filha, deixando de perpetuar momentos preciosos e únicos”, e que se sentiram “preteridos e discriminados” ao verem nas redes sociais que os atores não tiveram as mesmas restrições.
A maternidade afirmou no processo que “a vedação excepcional e temporária da prática decorria de uma série de normas de autoridades de saúde em razão da pandemia, e que a irregularidade em permitir o ingresso de fotógrafo no caso dos atores Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso já foi assumida publicamente.”
Na época do nascimento de Zyan, a Perinatal havia afirmando que “sua política atual de não autorizar a presença de fotógrafos na sala de parto está mantida. Um gestor de uma de nossas unidades abriu uma exceção e autorizou a entrada de um fotógrafo que apresentou um teste negativo para Covid-19, o que está em desacordo com o nosso protocolo”.
A juíza Flávia Santos Capanema de Souza, do 6º Juizado Especial Cível, concluiu então que a maternidade deverá pagar indenização de R$ 40 mil ao casal, sendo R$ 20 mil para cada um dos autores da ação. A maternidade afirmou que seu departamento jurídico vai recorrer da decisão, obedecendo todos os trâmites processuais.
Posts Relacionados

Fundação Cultural de São José disponibiliza guia online com programação de setembro

Mário Toledo lança segundo livro como coautor em São Paulo na semana de abertura da Bienal do Livro

Carmo Dalla Vecchia e Vanessa Gerbelli falam sobre a peça “Forever Young” no Meon Entrevista
