Fofão, Renan e Bebeto de Freitas entram no Hall da Fama do Vôlei
O Hall da Fama do Vôlei anunciou nesta sexta-feira a nova turma de atletas e técnicos com a inclusão de três brasileiros no seleto grupo de pessoas que ficaram para a história da modalidade: a ex-levantadora Fofão, que se aposentou das quadras há pouco mais de um mês, o ex-jogador Renan Dal Zotto e o treinador Bebeto de Freitas. “Essa…

O Hall da Fama do Vôlei anunciou nesta sexta-feira a nova turma de atletas e técnicos com a inclusão de três brasileiros no seleto grupo de pessoas que ficaram para a história da modalidade: a ex-levantadora Fofão, que se aposentou das quadras há pouco mais de um mês, o ex-jogador Renan Dal Zotto e o treinador Bebeto de Freitas.
“Essa indicação foi muito importante para mim. Confesso que foi uma grande surpresa. Eu não esperava mesmo. É uma honra saber que fui lembrada pelo meu trabalho e minhas conquistas. Estou muito feliz e emocionada. O vôlei me deu muitas alegrias ao longo de toda a minha vida e esse reconhecimento é incrível”, disse Fofão.
A ex-jogadora, de 45 anos, é recordista em participações olímpicas: cinco. Considerada a melhor levantadora da história do vôlei brasileiro, ganhou três medalhas olímpicas, incluindo o ouro em Pequim/2008, além de ter sido vice-campeã mundial duas vezes.
Ela é apenas a segunda jogadora de vôlei de quadra do Brasil a entrar no Hall da Fama, seguindo Ana Moser. Do vôlei de areia, já foram incluída Adriana Behar, Jackie Silva, Shelda e Sandra Pires. Atletas em atividade, como Juliana e Larissa, não podem fazer parte do Hall da Fama.
No vôlei masculino, já estão no Hall de Holyoke, Massachusetts (EUA), onde a modalidade foi criada, os brasileiros Nalbert, Maurício e Bernard. Agora foram incluídos o técnico da ‘Geração da Prata’, Bebeto de Freitas, que participou dos Jogos Olímpicos de 1976, em Montreal (Canadá).
Já Renan era, junto com Bernard, o destaque do time que ganhou o bronze em Los Angeles, em 1984, e hoje é diretor de seleções da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). “É difícil caber dentro da felicidade que estou sentindo. Sabemos que lá estão grandes nomes, grandes atletas que foram referências mundiais e saber que o seu nome vai estar para sempre na história do voleibol é muito bacana. E fico muito feliz de estar junto com o Bebeto, que foi meu técnico, e com a Fofão, que merece muito.”
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