Greve chega ao 4º dia com prejuízo aos serviços públicos e abastecimento

Região tem postos fechados e falta de produtos no supermercado

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Caminhoneiros estão parados nas rodovias há quatro dias

Pedro Ivo Prates/Meon






















Com postos de combustível fechados, alimentos mais caros e transporte público reduzido, moradores da RMVale iniciam esta quinta-feira sem expectativa de encerramento da greve dos caminhoneiros, que chega ao seu quarto dia. O protesto nacional começou na segunda-feira (21) para forçar a redução do preço do diesel.

Na região, os caminhoneiros seguem protestando às margens da Via Dutra em pelo menos oito pontos, nas cidades de Jacareí (km 166, 162, 159 e 158), São José dos Campos (154), Caçapava (130), Pindamonhangaba (101,92) e em Lorena (52).

A Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros) informou na manhã desta quinta-feira que a paralisação da categoria só terminará quando a redução de impostos dos combustíveis for publicada no Diário Oficial da União.

Devido à greve, ontem praticamente todos os postos de combustíveis da região ficaram sem gasolina e álcool. Motoristas enfrentaram mais de uma hora e meia de fila para abastecer. Por conta das aglomerações em frente aos postos, houve tumulto e lentidão no trânsito em vários pontos da cidade ao longo de toda a quarta-feira (23).

O Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais) de São José dos Campos  informou que a  maioria dos caminhões que fazem a entrega desses produtos de  hortifrutis não conseguiram chegar ao centro. O local abastece principalmente os pequenos supermercados, feirantes e hortifrutis da região.

A circulação dos transportes públicos nas cidades da região também foi afetado pela greves dos caminhoneiros. Os ônibus em São José dos Campos, Taubaté, Jacareí, São Luiz do Paraitinga e Caraguatatuba estão rodando com o horário reduzido.

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