Hospital São Francisco, em Jacareí, passa a oferecer radioterapia pelo SUS
Unidade poderá atender até 60 pacientes por dia

O Hospital São Francisco de Assis (HSFA), em Jacareí, foi oficialmente habilitado para realizar atendimentos de radioterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A nova estrutura integra o PERSUS II — Plano de Expansão da Radioterapia no SUS — do Ministério da Saúde, que busca ampliar o acesso a esse tipo de tratamento em áreas estratégicas. A habilitação foi publicada no Diário Oficial da União em 10 de junho, por meio da Portaria GM/MS nº 7.015.
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Com a nova habilitação, o hospital terá capacidade para atender até 60 pacientes por dia via SUS, utilizando a tecnologia de Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT), reconhecida pela alta precisão e eficácia no combate ao câncer. Além disso, o HSFA conta com uma equipe médica especializada e uma estrutura moderna, oferecendo um cuidado humanizado e com qualidade de excelência.
“Estamos falando de um serviço essencial no tratamento contra o câncer, agora com tecnologia de ponta e uma equipe especializada, disponível pelo SUS. Agora, nossos pacientes de Jacareí não precisam se deslocar para outros municípios, eles serão cuidados na cidade onde moram! Isso garante mais dignidade, agilidade e qualidade no cuidado aos nossos pacientes”, afirmou a secretária de Saúde de Jacareí, Aguida Fernandes.
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Em 2024, o setor de Oncologia do hospital já registrava um volume significativo de atendimentos: foram 1.315 internações, 14.151 consultas, 7.562 sessões de quimioterapia e 291 sessões de radioterapia — mesmo antes da habilitação oficial pelo SUS. Com a nova estrutura, a expectativa é reduzir ainda mais o tempo de espera para início do tratamento.
Encaminhamentos e abrangência regional
O acesso aos tratamentos será feito por meio da Regulação Municipal de Jacareí. Inicialmente, o atendimento também abrangerá os municípios de Santa Branca, Igaratá, Caçapava, Jambeiro e as cidades do Litoral Norte: Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba. A abrangência pode ser atualizada futuramente, conforme as diretrizes do Departamento Regional de Saúde (DRS-17).
Essa habilitação representa um importante passo para a regionalização dos serviços oncológicos, facilitando o acesso ao tratamento e proporcionando mais qualidade de vida aos pacientes da região.
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