Casos de sarampo sobem para 23 no estado de São Paulo; maioria dos pacientes não estava vacinada

Secretaria Estadual da Saúde confirmou aumento de sete registros em três dias e reforça importância da vacinação contra a doença

Escrito por: Rubens Baracho2 min de leitura
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O número de casos de sarampo no estado de São Paulo subiu para 23 em 2026, segundo atualização da Secretaria de Estado da Saúde (SES). O aumento representa sete novos diagnósticos confirmados em apenas três dias.

De acordo com a SES, 16 dos pacientes identificados não tinham histórico de vacinação contra o sarampo ou estavam com o esquema vacinal incompleto. Os casos envolvem bebês, crianças e adultos, com registros concentrados inicialmente na capital paulista, São Bernardo do Campo e Guarulhos.

Diante do avanço da doença, autoridades de saúde reforçam a recomendação para que a população mantenha a carteira de vacinação atualizada. O Ministério da Saúde ampliou a orientação de imunização contra o sarampo em São Paulo, recomendando a vacinação de pessoas de 6 meses a 59 anos nos municípios com circulação do vírus.

Vacinação é principal forma de prevenção

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é a principal estratégia para evitar a circulação da doença. O imunizante está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Em situações de aumento de casos, o Ministério da Saúde também orienta a aplicação da chamada dose zero para bebês de 6 a 11 meses, como forma de ampliar a proteção desse grupo, considerado mais vulnerável.

Doença é altamente contagiosa

O sarampo é uma doença viral de alta capacidade de transmissão, principalmente por meio de secreções respiratórias. Os principais sintomas incluem febre, tosse, coriza, irritação nos olhos e manchas vermelhas pelo corpo.

As autoridades de saúde orientam que pessoas com sintomas procurem atendimento médico e evitem contato com outras pessoas até avaliação profissional.

O aumento dos casos em São Paulo acende um alerta para a importância da vacinação e da busca por completar o esquema vacinal, especialmente entre crianças e pessoas que não possuem comprovação de imunização.

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