Publieditorial: MESSIAS PSICOPATAS OU FARSANTES MENTIROSOS?

Leia agora o Informe Publicitário produzido por Sílvia Tresoldi. Jesus disse no capítulo 8:32 do Evangelho de João: “conhecereis a verdade e a verdade vos livrará”. Analisando o processo eleitoral, no Brasil, verificamos quantos subterfúgios são usados para que o candidato ao cargo, se esconda por trás de uma máscara criada com mentiras e promessas […]

Escrito por: Sílvia Tresoldi7 min de leitura
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Leia agora o Informe Publicitário produzido por  Sílvia Tresoldi. 

Jesus disse no capítulo 8:32 do Evangelho de João: “conhecereis a verdade e a verdade vos livrará”.

Analisando o processo eleitoral, no Brasil, verificamos quantos subterfúgios são usados para que o candidato ao cargo, se esconda por trás de uma máscara criada com mentiras e promessas falsas. Durante a campanha eleitoral fazem promessas, que não tem a mínima condição de cumprir, com a maior leviandade. Eles se apresentam como pessoas impolutas, de moral ilibada, gente muito honesta. Alguns têm a desfaçatez de invocar como lema o versículo do Evangelho de João, acima em destaque.

De quem é a culpa, pela ascensão a cargos importantes no país, de tipos desclassificados e sem nenhum compromisso com a verdade e o interesse público?

O SEBASTIANISMO E OS SALVADORES DA PÁTRIA

Em 4 de agosto de 1578, Sebastião I, de Portugal, morreu na batalha de Alcácer-Quibir. Assim nasceu o sebastianismo, um movimento que profetizava o retorno do monarca morto para conduzir a nação. O mito se arraigou no Nordeste brasileiro e adquiriu com os séculos diversas modulações. Existe ainda, na sociedade brasileira um resquício do chamado sebastianismo. Por mais incrível que possa parecer, permanece no subconsciente do povo brasileiro a esperança da volta de um D. Sebastião, que não morreu, para nos salvar dos infortúnios pelos quais passamos e restaurar o Brasil. A esperança de que a redenção messiânica vai trazer de volta aquele que salvará o país das suas mazelas.

E com isso, o povo brasileiro se apega à figura de qualquer oportunista que se apresenta como o “SALVADOR DA PÁTRIA”, “MESSIAS SALVADOR”, “O MITO”, “CAÇADOR DE MARAJÁS”, dentre outros.

Deparamo-nos então, com o fenômeno da mídia que tem interesse em criar personagens para fomentar essa distorção. Toda a estrutura de difusão de informações, notícias, mensagens, não está interessada na verdade. Criam na cabeça dos eleitores um clima de magia e expectativa, envolvendo o personagem, e enquanto ele estiver rendendo, ela não tem nenhum interesse em desvendar sua real personalidade e trabalha até, para escondê-la.

Aconteceu várias vezes:

– Fernando Collor – Durante toda a sua campanha, a TV, os jornais, o apresentavam como um jovem político dinâmico e revolucionário que estava lutando para acabar com os privilégios dos funcionários públicos, do alto escalão, de Alagoas. O povo o acolheu como o “SALVADOR DA PÁTRIA” e a mídia apoiou a farsa do “CAÇADOR DE MARAJÁS”. O povo como marido traído, foi o último a saber, quem era ele, realmente: um playboy transviado, mal-educado, agressor de mulheres, filho e neto de coronéis escravagistas do Nordeste, que vem explorando o povo pobre, desde o tempo das Capitanias Hereditárias. “Um filhote da ditadura”, como definiu Leonel Brizola.

– Luiz Inácio Lula da Silva – Um retirante do sertão nordestino. Durante sua permanência na Câmara dos Deputados era o deputado que mais faltava às sessões e menos trabalhava. Durante seu tempo de congressista, com todo tempo e recursos, não aproveitou para melhorar seu nível de instrução. Aparelhou os órgãos de governo para funcionar como uma imensa rede de corrupção. Para acomodar e atender os apaniguados, quase levou à falência importantes empresas estatais, como a PETROBRÁS. Utilizou o BNDES para emprestar dinheiro subsidiado para várias ditaduras, da América Latina e da África.

– Dilma Rousseff – A sua campanha eleitoral milionária a elevou à categoria de heroína, mártir e torturada durante a ditadura. Recebeu a alcunha de “CORAÇÃO VALENTE” para amolecer o coração do eleitor. Na realidade ela foi “um poste”, que o Lula fincou para marcar lugar para sua volta. Sem as habilidades políticas necessárias, realizou um desgoverno no país. Quase que a vaca foi para o brejo.

– Bolsonaro – Nada está tão ruim, que não possa piorar. O desastre do PT no governo acarretou um outro desastre, muito maior e de consequências imprevisíveis, a eleição do Bolsonaro. Apresentou-se como o “MESSIAS SALVADOR”, invocando sem nenhum escrúpulo, o versículo 32 do capítulo 8 do evangelho de João. Mantinha, ou quem sabe, ainda mantém, relações íntimas com as milícias do Rio de Janeiro.

Suas tendências ao totalitarismo nazifascista, já eram demonstradas desde o seu tempo de deputado federal. Traiu todas as promessas de campanha. Colocou em postos importantes gente sem qualificação, do famoso centrão, que ele repudiou violentamente, durante a campanha eleitoral. Agora seu único objetivo é a reeleição, transgredindo acintosamente a lei eleitoral, para garantir o foro privilegiado, com medo das consequências dos seus crimes.

O PODER DA PROPAGANDA

A propaganda é muito poderosa. O partido nazista alemão explorou com habilidade os recursos da propaganda. Os manipuladores vão transformando o cidadão comum em um fanático, adorador de um personagem mistificado, sem capacidade de pensar por conta própria, nem de desenvolver o menor senso crítico. A pessoa fica tão condicionada a cultuar essa personalidade, que não enxerga seus defeitos mais gritantes e que se sobressaem aos olhos de qualquer outro, que não esteja sob a sua influência nefasta. Segundo Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler: “Dê-me o controle da mídia e farei de qualquer país um rebanho de porcos.”

É exatamente isso que ocorre com quem transforma-se em sectário de uma ou outra personalidade, não há interesse em saber realmente quem são essas pessoas, mas em cultuá-las cegamente, como um rebanho de animais irracionais.

HÁ SOLUÇÃO?

Está mais que na hora de sairmos do regime presidencialista, para um regime semipresidencialista, quiçá parlamentarista. No regime presidencialista de governo, o presidente concentra muito poder em suas mãos, porque ele é ao mesmo tempo o chefe de Governo e chefe de Estado. Exerce grande influência sobre o parlamento, pela prerrogativa de ter a chave do cofre, liberar as emendas tão almejadas pelos parlamentares, editar medidas provisórias, exercer o direito de veto e por aí vai.

A isso se acrescenta o fato de que após a redemocratização do Brasil, com poucas exceções, os que ocuparam a presidência, demonstraram-se, totalmente despreparados para tal exercício, com tendências à corrupção, incompetência, gastos pessoais exagerados, uso do cargo para promoção pessoal, pouco compromisso com o erário. O remédio que a nossa Constituição oferece para a retirada desses presidentes é o impeachment. É um remédio amargo e tem muitos efeitos colaterais, porque é um processo complexo e demorado. A cada impeachment, o país sofre, a sociedade é fragilizada com muitas incertezas, e sempre aparece a ameaça de um golpe de Estado.

Precisamos de um regime mais ágil, para resolver esses problemas sem crises agudas, graves alterações no mercado financeiro, movimentos bruscos na bolsa de valores, que afugentam os investidores. A mudança de um governante não pode provocar tantos traumas à nação. No sistema parlamentarista ou semipresidencialista, o poder é compartilhado pelo primeiro-ministro – chefe de governo, e o presidente – chefe de Estado. Se o primeiro-ministro perde o apoio do parlamento, ele é destituído do cargo. É um processo bem mais rápido que o impeachment e o país não sofre tanto transtorno.

Para o desenvolvimento do Brasil é necessário um Estado que garanta os direitos previstos na Constituição Federal, com eficiência regulatória, íntegro, enxuto, que combata com eficiência a corrupção. Tudo o que pode oferecer a segurança jurídica necessária para atrair investidores e crescer.

Estamos cansados de ser chamados de país do futuro. É frustrante porque esse futuro nunca chega. Queremos o que merecemos e agora, não dá para continuar adiando.

Centauros da Ordem

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