Irmãs Pequenas Missionárias seguem em peregrinação até Aparecida
Romaria acontece no Ano Nacional Mariano, instituído pelo CNBB


Irmãs da Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada
Divulgação
Acostumadas a uma rotina diária de trabalho caridoso e muita oração, cinco religiosas da Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, de São José dos Campos, encaram desde quinta-feira (26) um desafio diferente. Após vários meses de treinamento, vestidas com seus tradicionais hábitos, as religiosas incorporaram bonés, cajados, trocaram os sapatos pelo tênis e seguem pelo trecho final do “Caminho da Fé” em peregrinação de Campos de Jordão até Aparecida.
Perseverantes, em comunhão com a natureza e constante oração, as irmãs Sandra, Regina, Rosimeire, Cássia e Claudinea caminham “a pé e na fé”, como disse a irmã Sandra Maciel Notolini, superiora da Congregação que mantém importantes obras sociais na região do Vale do Paraíba e do Litoral Norte, entre elas os Hospital Antoninho da Rocha Marmo, Pio XII, em São José dos Campos, e Stella Maris, em Caraguatatuba.

Irmãs na caminhada
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A peregrinação acontece no Ano Nacional Mariano, instituído pelo CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e confirmado pelo Papa Francisco para celebrar, fazer memória e agradecer pelo jubileu dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição no Rio Paraíba do Sul por três pescadores.
“Além do Jubileu dos 300 anos, também estamos caminhando, rezando, agradecendo todas as graças e pedindo nas intenções de todas as Irmãs, as que trabalham, as que estão doentes, e de suas famílias; de todas as pessoas que nos pedem e, de modo especial, por ocasião do início da visita canônica que a Madre superiora costuma fazer a todas as comunidades do Instituto e que será iniciada em fevereiro”, disse Sandra.
Caminho do Fé
As Irmãs Pequenas Missionárias seguem até Aparecida pelo trecho final do Caminho da Fé, que foi inspirado no milenar Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, e criado para dar às pessoas que sempre fizeram peregrinação ao Santuário Nacional de Aparecida, todo apoio necessário.
Seguindo sempre as setas amarelas, o peregrino vai reforçando sua fé observando a natureza privilegiada, superando as dificuldades do Caminho que é a síntese da própria vida. Aprende que o pouco que necessita cabe na mochila e vai despojando-se do supérfluo.
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