Johnson & Johnson passa a adotar licença-paternidade de 40 dias

Benefício é destinado para pais biológicos e adotivos nesta nova política da empresa

Escrito por: Rodrigo Fernandes2 min de leitura
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Licença-paternidade (Pixabay)

Benefício será assegurado tanto para pais biológicos quanto para os adotivos

Divulgação/Pixabay

A Johnson & Johnson anunciou uma nova política que garante licença-paternidade de, no mínimo, 40 dias úteis em suas unidades, incluindo a fábrica de São José dos Campos.

São oito semanas com pagamento integral de salários tanto para pais biológicos, quanto para os adotivos.

Atualmente, a empresa concede às mulheres 180 dias de licença-maternidade e quinze dias corridos de afastamento aos homens, ambos com 100% da remuneração.

“Estamos orgulhosos das mudanças instituídas com a nova política de licença parental, pois confirmam o compromisso que possuímos com nossos funcionários. Além disso, reflete o nosso apoio à família moderna, à medida que representa um grande passo em termos de licença para pais e pais adotivos”, diz Guilherme Rhinow, diretor de Recursos Humanos da Johnson & Johnson no Brasil.

Cronograma

Segundo informações da empresa, a licença-paternidade será garantida para os funcionários do complexo industrial localizado em São José dos Campos e das unidades de distribuição e escritórios espalhadas pelo Brasil. Atualmente, são 6.000 funcionários no país.

A nova política de licença-paternidade será adotada primeiramente nas unidades brasileiras e a previsão é que até o final deste ano esteja vigente em todos os países onde a companhia opera no mundo –com exceção dos Estados Unidos, onde a medida já é válida desde 2015.

A medida padroniza os benefícios de licença parental de todas as operações da Johnson & Johnson no mundo, segundo informações da empresa.

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