Júri popular de acusado de matar metalúrgico é adiado em Taubaté

O julgamento de Jean Carlos de Araújo, acusado de matar o metalúrgico Wilton Lopes da Silva há três anos, que estava marcado para a manhã desta terça-feira (9), no Fórum Criminal de Taubaté, foi adiado para as 9h30 do dia 25 de novembro.

Escrito por: Elaine Rodrigues2 min de leitura
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Fórum Criminal de Taubaté

Reprodução/Google Earth

O julgamento de Jean Carlos de Araújo, acusado de matar o metalúrgico Wilton Lopes da Silva há três anos, que estava marcado para a manhã desta terça-feira (9), no Fórum Criminal de Taubaté, foi adiado para as 9h30 do dia 25 de novembro.

O júri popular foi remarcado a pedido da promotora Marcela Agostinho Gomes de Oliveira, que alegou problemas de saúde. O juiz Marco Antonio Montemor acolheu a solicitação e agendou a nova data.

Araujo compareceu ao Fórum acompanhado de seu defensor. “Decidimos que só vamos comentar os pormenores da defesa depois do julgamento. Agora meu cliente está sofrendo com a pressão deste processo, enfrentando todas as dificuldades. Vamos esperar até novembro”, afirma o advogado de defesa, Silvio Marcelo de Oliveira Mazzuia.

O réu responde o processo em liberdade desde dezembro de 2011, quando foi liberado do CDP (Centro de Detenção Provisória) de Taubaté após duas tentativas de videoconferência com Fórum Criminal terem falhado. Na decisão, o juiz definiu o ato como um constrangimento para o preso e o libertou.

Entenda o caso
O crime aconteceu em 23 julho de 2011, no bairro Bela Vista, em Taubaté. O corpo de Silva foi encontrado no dia 4 de agosto enterrado no quintal da casa de Araújo, com os pés e mãos amarrados, amordaçado e com um saco plástico na cabeça. Os dois eram colegas de trabalho.

Segundo Cesar Galves Mangini, advogado da família da vítima, as investigações concluíram que o crime teria sido premeditado. Araújo teria usado um perfil falso nas redes sociais, onde se passava por uma mulher, para marcar um encontro com a vítima.

Na época da prisão, o réu confessou o crime, mas afirmou que a motivação foi a cobrança de uma dívida de R$ 1.000 contraída meses antes. A acusado teria se irritado porque Silva cobrou o pagamento da dívida e o matou a marretadas, após uma briga.

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