Justiça do PR ainda negocia fim de rebelião em Cascavel
A rebelião no Presídio Estadual de Cascavel, no Oeste do Paraná, que já deixou quatro mortos – sendo dois decapitados – e que dura 30 horas, deve continuar. Desde as oito horas desta segunda-feira, 25, um grupo da Polícia Militar do Paraná, acompanhado do diretor-geral do Departamento de Execução Penal (Depen), Cezinando Paredes, tenta negociar…

A rebelião no Presídio Estadual de Cascavel, no Oeste do Paraná, que já deixou quatro mortos – sendo dois decapitados – e que dura 30 horas, deve continuar. Desde as oito horas desta segunda-feira, 25, um grupo da Polícia Militar do Paraná, acompanhado do diretor-geral do Departamento de Execução Penal (Depen), Cezinando Paredes, tenta negociar com os líderes o final do motim. Também estão envolvidos na negociação representantes da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (Seju) e da Ordem dos Advogados do Brasil.
Segundo a assessoria do governo do Estado, não há previsão para o fim do movimento. A expectativa é de que outros presos não tenham sido assassinados, mas os números ó serão divulgados após o fim da crise. Os corpos dos mortos continuam no interior do presídio.
A rebelião abrange 800 detentos da PEC, responsáveis também por manter dois agentes penitenciários como reféns. Apesar de não existir uma pauta específica para o fim do motim, os presos já declararam que querem o final das agressões dentro da cadeia, melhoria na comida e fim dos abusos nas revistas durante os períodos de visitas.
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