Meon Games: melhore sua play no Free Fire
Quer dominar o jogo mais popular no Brasil? Portal Meon conversou com jogadores da RMVale que deram dicas para crescer no game

Uma das febres dos jovens e adolescentes em todo o Brasil e no mundo está presente no universo das crianças e jovens na RMVale. Para se ter uma ideia, em 20019, o jogo foi o que teve o maior número de downloads no mobile, de acordo com a plataforma App Annie.
O Portal Meon conversou sobre o jogo com alguns jovens que “mandaram ver” nas dicas para melhorar a performance no game.
Para Samyiah Rivka, estudante do 9º ano numa escola pública da cidade, treinar a sensibilidade e ter um HUD confortável faz a diferença na hora da mira.
“Para melhorar a mira no jogo, precisamos ter velocidade e ela depende de termos um HUD confortável”, destacou.
Se você ficou perdido no que a estudante falou, aqui está a “ajuda dos universitários”. HUD é uma sigla para a palavra Heads-Up Display. Mandando o “papo reto”, HUD é qualquer elemento gráfico exibido na tela para transmitir informações ao jogador. A criação de um bom HUD está diretamente ligada ao design de ícones, uma vez que você precisa transmitir informações de forma rápida e fácil. É a possibilidade de alteração no posicionamento e botões dentro do jogo.
Especialmente em “Free Fire”, essa sensibilidade pode ser a aposta certa para mais “capas”, que significam, geralmente, “headshot”, para posteriormente ganhar dos oponentes.
Já Pedro Virgílio, estudante de direito que joga “Free Fire” desde o ano passado, aproveitar a Ilha de Treinamento é a sacada para melhorar o desempenho.
“A Ilha de Treinamento nos ajuda a evoluir dentro do jogo, tanto na movimentação, quanto na prática do ‘capa’. A gente treina armas específicas e vamos melhorando, para evoluir no jogo. Se for um ‘rushador’, podemos praticar várias vezes o rush do inimigo”, explicou Pedro.
Ficou perdido de novo? O Portal Meon explica: “rushar, no Free Fire”, é o termo usado para a ação de correr para um ponto do mapa, após avistar seus inimigos e preparar o ataque.
“Na ilha fico de boa, quantas vezes morrer, revivo e vou tentando melhorar meu desempenho.”, finalizou.
Lutero Jacob, estudante do 1º ano do ensino médio numa instituição particular de São José, que joga Free Fire desde 2020, afirma que a melhor técnica, na sua opinião, é procurar por uma guilda/equipe que seja ativa.
“É preciso buscar uma guilda para aprender o trabalho em equipe, com mais gente, no jogo. Isso, inclusive, é bom para podermos disputar campeonatos que nos ajudam a conquistar mais espaço e nos tornar visíveis para equipes maiores”, destacou.
Opa, agora quem ficou sem entender foi este repórter. Uma guilda no Free Fire é um grupo de jogadores que se juntam para jogar em torneios específicos. É uma espécie de clã, com nome próprio, slogan e regras para ingresso definidas pelo criador.
Finalizando as dicas, o mini jogador Moshe Rafah, de nove anos, estudante do quarto ano do ensino fundamental numa escola pública em São José, disse à reportagem:
“A gente precisa falar durante o jogo, falar bastante, isso ajuda seu squad a ter maior chance de sucesso nas partidas.”
E claro, antes que me questionem, Squad é um grupo de quatro jogadores que se relacionam de acordo com estratégias similares dentro do Free Fire.
Anotou todas as dicas? Agora é tentar melhorar seu desempenho e seguir nesta febre que não tem hora e nem dia para acabar.
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