Brasil tem pior desempenho de filiais da Volks

O Brasil é o mercado onde a montadora alemã Volkswagen teve o pior resultado em vendas no primeiro bimestre de 2016. Dados divulgados ontem pela empresa mostram que foram entregues 45,2 mil unidades no acumulado de janeiro e fevereiro no Brasil. O número é 37,4% menor do que o registrado em igual período de 2015. Em todo o mundo, a montadora…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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Pordução da Volkswagen na fábrica de Taubaté

Divulgação

O Brasil é o mercado onde a montadora alemã Volkswagen teve o pior resultado em vendas no primeiro bimestre de 2016. Dados divulgados ontem pela empresa mostram que foram entregues 45,2 mil unidades no acumulado de janeiro e fevereiro no Brasil. O número é 37,4% menor do que o registrado em igual período de 2015. Em todo o mundo, a montadora teve aumento de 1,4%, para 1,54 milhão de veículos.

“A situação econômica geral no Brasil continua desafiadora”, disse, em comunicado à imprensa, o chefe de vendas do grupo alemão, Fred Kappler. Segundo a montadora, o mau momento do Brasil tem afetado negativamente as demais economias da região. Ao todo, a América do Sul teve 70,6 mil veículos entregues, número 29,3% menor que o visto há um ano.

Entre os mercados listados pela Volks no relatório de vendas, o Brasil teve o pior desempenho. O segundo pior mercado foi a Rússia, cujas vendas caíram 23% no bimestre. Na Europa, os emplacamentos aumentaram 3,8%, sendo que a alta alcançou 4,2% na Alemanha. Entre os demais grandes mercados, houve aumento de 7,6% nas vendas na China e queda de 7,1% nos EUA, onde a empresa enfrenta um escândalo ambiental. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Taubaté

A multinacional renovou o acordo do PPE (Programa de Proteção ao Emprego), implantado no fim do ano de 2015 na planta de Taubaté. Os 4.300 funcionários da montadora na região estão com os empregos garantidos até 27 de outubro.

A proposta acordada com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté promove a redução de 20% da jornada de trabalho e 10% dos salários dos trabalhadores envolvidos, cerca de 4 mil pessoas.

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